Gothic rock

ÉGIDE
Paraná
Somos uma banda com composições autorais influenciadas basicamente no rock alternativo 80’s…

Égide foi o escudo mágico que Zeus utilizou em sua luta contra os Titãs e que lhe dava grande defesa pessoal. O escudo tinha uma figura gorgônia em relevo, o que o tornava amedrontador para seus inimigos. . É o mesmo que um escudo. Na literatura precisamos usar muito, para salvar a nossa cultura…Na advocacia significa cúpula sobre algo (defesa)…
Partindo da ideia que para vencer na música paranaense o grupo teria que lutar muito para vencer na cena local, A.pistore resolveu batizar a nova banda com o nome de Égide. A ideia era vencer os curitibanos que gostam apenas de ouvir a música produzida fora do Paraná.
Pistore é um guitarrista que desde a sua adolescência teve diversas bandas de rock na capital paranaense, porém sem muito êxito. Dessa forma, em 1999 resolveu montar um projeto com guitarra e voz, passando a ter Hany como vocalista e algumas vezes Fagner Matheo no baixo.
Em 2003, a banda passa a ter Ilse como baixista efetiva e Pistore cansado de cantar realidades diferentes daquelas que ele convivia no cotidiano de Curitiba onde se criou e cresceu e movido pela necessidade de se expressar, montou a banda ÉGIDE para ser uma porta-voz para o mundo, tendo tudo para seguir em frente, músicas próprias e alguns covers, porém na época usava-se bateria eletrônica. Até que em 2005, o Luizinho Barbatana assumiu as baquetas e passou a fazer parte da Égide, deixando a banda no mesmo ano. Em 2006, a Égide tem a oportunidade de retornar aos palcos com Jony Latery e suas influências punks expressas na bateria, podendo mostrar seu som próprio influenciado basicamente no rock alternativo 80’s, tempos depois Jony troca a bateria pela guitarra e Fofo entra para tocar bateria.
Em 2014, João deixa a banda e Ana Paula Domperidhona assume seu lugar.

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Les Chats Noirs Project
Santa Catarina
Da união da dj gótica Nyx Raven (RJ) com o músico Lucien D´Anjou (CWB) surgiu o projeto de rock gótico Les Chats Noirs. O projeto nasceu quando o casal foi assistir o festival Wave Summer Festival em São Paulo. A energia de bandas como Merciful Nuns e Das Ich foram a chama inicial para a criação da primeira música: Love and Passion.

Da união da dj gótica Nyx Raven (RJ) com o músico Lucien D´Anjou (CWB) surgiu o projeto de rock gótico Les Chats Noirs.

O projeto nasceu quando o casal foi assistir o festival Wave Summer Festival em São Paulo. A energia de bandas como Merciful Nuns e Das Ich foram a chama inicial para a criação da primeira música: Love and Passion. Nyx “recebeu” a melodia do piano e a partir dela Lucien pode usar suas qualidades como compositor e produtor. O casal é muito inspirado por bandas como Bauhaus, Siouxsie e Sisters of Mercy e pela literatura e filmes de terror. Sua segunda música se chama “Lestat” em homenagem ao famoso vampiro de Anne Rice. Criaram a festa “Release the Bats” para reunir fãs da cultura gótica e promover bandas deste estilo. Em sua primeira edição, no 92 Graus Pub em Curitiba tiveram a honra de receber a banda Tessália e a dançarina de dark fusion Gilmara Cruz. Sua última música “Death is alive” tem um caráter mais pessoal, trata da morte recente do pai de Lucien.

Lucien vem de uma família musical, sua mãe foi sua primeira professora de piano e estudou na Escola de Belas artes por 12 anos. Desde criança gostava muito de ler contos do escritor Edgar Allan Poe e do poeta Rimbaud. Lucien é também o vocalista da lendária banda dark curitibana dos anos 80 Tessália, que foi morar em Londres em 1990. Sua maior conquista foi ter conhecido Ivo Watts-Russel, dono da 4AD e ser amigo pessoal de Mark Sandman da banda Morphine.

A trajetória da Dj Nyx Raven na subcultura gótica começou quando ainda era criança nos anos 80. Numa época em que ainda não havia internet muito menos músicas digitalizadas, seus discos de vinil eram seus tesouros e portais para outros mundos… Suas influências musicais principais vão de The Cure, Sisters of Mercy, Bauhaus, Siousxie and the Banshees, Clan of Xymox, X-Mal Deutschland aos atuais The Frozen Autumn, She Past Away, Faith and the Muse e London After Midnight, dentre tantas outras. Em 2010, realizou um dos seus sonhos de ir a um dos maiores festivais de música e subcultura gótica na cidade de Hildesheim, na Alemanha, o Meraluna, tendo a oportunidade de ver os shows dos Sisters of Mercy, Faith and the Muse, Nitzer Ebb, Das Ich, the 69 Eyes, Skinny Puppy, Placebo, Brendan Perry, dentre outras. Sua inclinação à magia e às ciências ocultas também sempre a influenciaram em suas escolhas e predileções musicais. Além da música com temática obscura, o estudo da filosofia e outras artes como a literatura, dança e artes plásticas também sempre fizeram parte de sua história. Na filosofia, os alemães Arthur Schopenhauer e Nietsche são os seus, digamos, “mentores”.

Na literatura brasileira, suas influências são Álvares de Azevedo e Augusto dos Anjos e na literatura inglesa, Lord Byron, Mary Shelley e Bram Stocker. Já na literatura alemã, Goethe com a sua magnífica obra “Fausto”, sempre a fez buscar reflexões mais aprofundadas sobre a existência. Após se casar com o músico e compositor Lucien D’Anjou em 2012, os dois casaram também suas inclinações às artes obscuras e criaram a banda Les Chats Noirs após irem ao Wave Summer Festival em São Paulo, em 2015. Adora caminhar pela natureza e pelos cemitérios do mundo.

(47) 99219-4695
Itajaí
2015
Atualmente
My Ghostly Cathy
São Paulo
Uma banda que se diferencia mesmo dentro de seu próprio estilo por ter apenas três integrantes e sonoridade diferente do esperado.
Músicas são pesadas, porém com sonoridade limpa. As letras são inspiradas em literatura, principalmente no romantismo gótico. A banda no primeiro ano de atividade já lançou seu primeiro EP que se chama “Love Perfected By Death”, contendo três composições que representam bem a proposta.

My Ghostly Cathy

Banda formada em São Carlos, interior de São Paulo, formada por três integrantes:
Gabriel Dark – guitarra / vocal
Alexandre Wada – baixo / vocal
Luca Simoni – bateria

A proposta da banda é fazer um som pesado com letras fortes e poéticas baseadas em literatura. A temática gótica aparece nas letras e nas escolhas de sonoridade, mesmo sem utilização de teclados ou backing vocals ou voz lírica.
O primeiro EP se chama “Love Perfected By Death” e foi lançado em Novembro de 2016, ano de formação da banda. Contém três composições que apresentam bem qual é a ideia e como deve soar a banda ao vivo, sem adição excessiva de efeitos, teclados ou outros instrumentos. Este EP está disponível no YouTube, SoundCloud, Spotify e outros meios.

16994009223
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São Carlos
2016
Atualmente
ORGANOCLORADOS
Bahia
Um som híbrido, considerando as múltiplas vibrações sonoras que nos envolvem: barulhentos aviões pulverizadores, insanas metralhadoras, tambores do Caribe, silêncio breve de violetas, etc.
A Organoclorados se insere em justaposição de niilismo e rebeldia. Dá preferência a letras conceituais, evitando a superficialidade dos otimistas ou a decadência dos pessimistas. Uma proposta franca de não alinhamento.
Um som que poderia ser sentido num dia de chuva – chuva artificial, produzida num atomizador carregado de fensulfation clorado.

As primeiras músicas foram compostas em 1985, a partir da parceria entre dois amigos da Escola de Agronomia da UFBA (Cruz das Almas-BA), o que originou o nome da banda, referência a um tipo de agrotóxicos. Depois de algumas formações experimentais entre 1986 e 1989 (shows em Cruz das Almas, Esplanada, Aporá e Alagoinhas), o ponto de equilíbrio veio em 1990, com André G (contrabaixo), Artur W (guitarra, voz), Joir (bateria) e Roger (guitarra). Os ensaios ficaram cada vez mais consistentes e as apresentações em Alagoinhas e cidades da região tornaram-se mais frequentes, variando entre bares, casas noturnas, clubes, praças públicas, festivais e encontros de bandas.
Em 2001, a banda produziu o CD Princípio Ativo de forma independente, com treze faixas de própria autoria, composição e arranjo, que permitiu o acesso ao circuito de bares, casas noturnas, encontros de bandas e eventos em teatros e universidades de Salvador. A lista é bastante extensa. Em 2005, a banda produziu também por conta própria um show que foi realizado no Centro de Cultura de Alagoinhas e gravado em DVD, sendo lançado no início de 2006.
A Organoclorados produz um som denso e enérgico, sem deixar de ser melodioso, com arranjos que procuram fugir do lugar comum, combinando cadências dançantes com temas fortes das letras. O principal referencial é o rock pós-punk, flertando com o gótico e o psicodelismo, além de referências no blues e rhythm’blues. Nas letras, uma forma singular de expressar pensamentos, opiniões e sentimentos, que utiliza termos e paradigmas científicos para tratar de assuntos do cotidiano, relacionamentos e questões existenciais, sociais e ambientais.
Em 2006, acontecimentos trágicos na família de dois de seus integrantes interromperam as aparições em público, e a banda entrou em retiro espiritual, digerindo dor e sofrimento. Em 2012, retornaram aos ensaios e logo reapareceram na cena rocker de Alagoinhas, com destaque para os tributos a Legião Urbana (2013), Raul Seixas (2014) e The Doors (2015) e o Arena Ativa (2014). Em 2015, a banda começou a preparar músicas para novas gravações em estúdio. Em outras cidades, apresentações memoráveis no Villa’s Rock Fest (Lauro de Freitas-BA, 2015), na Coletânea Rock Recife-PE (2016), no II Rock Metal Fest, em Esplanada-BA (2016) e no “Quanto Vale o Show” no Dubliners Irish Pub (2016). A Organoclorados fez parte da grade de bandas do Soterorock 2016, evento inédito em Salvador-BA, com bandas autorais de destaque do rock baiano. Em dezembro de 2016, foi lançado o EP Organoclorados com faixas remasterizadas e uma inédita. Em 2017, destacam-se até agora as apresentações no It’s Not Pub em Catu-BA, nas edições do Sunday Rock em Alagoinhas e Catu-BA, no Let’s Go Pub em Alagoinhas-BA e os shows no Buk Porão: Festival InRock e 5ª edição do Poesia, Rock e Esmeril (junho). Enquanto finaliza as gravações para um novo CD em estúdio, a banda lançou simultaneamente seu primeiro single de 2017 em plataformas de distribuição digital, acompanhado de um clipe que também já circula na internet. Em julho, a Organoclorados estará presente no II Festival de Rock de Alagoinhas (FERA).

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Alagoinhas
1987
Atualmente