Grunge

Alenha Rock Band
Minas Gerais
, , ,
Uma banda mineira da cidade de Muriaé, fazendo Rock and Roll com muitas influências reunidas desde das décadas de 70 e 80 aos dias atuais! Viemos para colocar fogo no Rock com nossas autorais e embalar grandes clássicos já existentes, unindo o útil ao agradável!

A Alenha Rock Band chega à cena com sua primeira música de trabalho, o single “Cabra macho”, que já caracteriza o som que a banda faz. O power trio levanta a bandeira da música autoral, já que foi criado para fazer novas músicas onde, desde cedo, sempre acreditaram que o Rock não acabou e que a solução para mantê-lo em evidência é a criação de coisas novas com boa qualidade para se juntar aos ótimos clássicos que todo roqueiro já conhece.

32991003026
, , , , ,
Muriaé
2015
Atualmente
Base
Distrito Federal
Rock de conteúdo. É isso que se ouve no EP “A vida é um jogo”, lançado na última semana de outubro e já disponível no Youtube. A promessa é cumprida nos 18 minutos e cinco músicas do primeiro trabalho do grupo composto por Paul Hodel (vocal), Ian Bemolator (guitarras), Leonardo Krieger (baixo) e Fábio Krieger (bateria), nascidos em Brasília, mas, com os pés no mundo. Desde os primeiros acordes o que se tem é um convite aos bons momentos do Rock BR. Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana são algumas das bandas que passeiam pela memória ouvindo “A vida é um jogo”, produzido por Guilherme Negrão.

Rock’ n’roll com muito a dizer

Por Ulisses Nascimento

“Quanta gente por aí que fala, fala e não diz nada…”. Os versos, emprestados de Tom Jobim, compositor de um outro gênero, a Bossa Nova, apontam para o inverso do que motiva a Banda Base: ter muito a dizer.

Rock de conteúdo. É isso que se ouve no EP “A vida é um jogo”, lançado na última semana de outubro e já disponível no Youtube. A promessa é cumprida nos 18 minutos e cinco músicas do primeiro trabalho do grupo composto por Paul Hodel (vocal), Ian Bemolator (guitarras), Leonardo Krieger (baixo) e Fábio Krieger (bateria), nascidos em Brasília, mas, com os pés no mundo. Desde os primeiros acordes o que se tem é um convite aos bons momentos do Rock BR. Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana são algumas das bandas que passeiam pela memória ouvindo “A vida é um jogo”, produzido por Guilherme Negrão.

A Base foi criada oficialmente este ano, mas, os integrantes são velhos conhecidos na capital federal por outros trabalhos. Paul, Léo e Fábio gravaram dois álbuns em inglês (Silent Seasons – 2007 e Leave the future behind – 2008), com a banda “Janice Doll”, criada em 2003. Em 2008, eles foram para a Inglaterra, mas, não puderam ficar no país.

Barrados pela imigração na terra da rainha, voltaram ao Brasil na companhia do lendário produtor britânico Stuart Epps (Elton John, Oasis e Led Zeppelin são alguns dos artistas com que ele trabalhou…) para gravar Leave the future behind no estúdio de Philipe Seabra, vocalista do Plebe Rude, em Brasília. Paul, Léo e Fábio tocaram em festivais importantes, como Rollapedra e Porão do Rock, mas, os contratempos da vida impediram que a “Janice Doll” tivesse vida longa.

O último show foi em 2012. A jornada de cantar em inglês pode ser resumida em “Por muito tempo, bem que eu tentei, mas, o chato de acertar foi quando eu errei…”, da sincera “Herói”, segunda música do EP.

“Um pequeno passo e já mudamos tudo o que imaginamos ver…..”

Em 2013, Paul, que tem cidadania francesa, foi para os EUA e depois para a Inglaterra. Três anos mais tarde, o vocalista conheceu Ian Bemolator, guitarrista da capital federal que também havia saído do Brasil e se casado com uma polonesa. Com seis músicas escritas, Paul teve a ajuda de Ian nos arranjos.

Foram quase nove anos entre o último trabalho de Paul (Leave the future behind) e “A vida é um jogo”. A produção do EP retrata bem a era da super comunicação: Paul mora em Londres, Ian está na Polônia e os irmãos Krieger, em Brasília. O jeito foi usar o Skype.

Ian e Paul voltaram ao Brasil em junho deste ano. Com a banda completa, foram trinta dias correndo contra o tempo no estúdio Blue Records, na capital federal.

Além do disco, o encontro resultou na gravação de dois clipes. Um presente para ver – a fotografia primorosa combinada ao céu de Brasília – e ouvir. As produções tiveram o apoio do Melia Brasil 21 – hotel que cedeu o heliponto para a gravação de A vida é um jogo – e da Terra Cap, órgão do governo de Brasília. Tanto trabalho exigiu sacrifícios. “As gravações foram uma loucura… em três dias eu dormi três horas”, lembra Paul. A vida é um jogo coroa o esforço de quem não desistiu da música.

“A ironia do destino foi passar oito anos de banda cantando em inglês tentando ir pra fora. Com uma mudança no destino, agora morando na Inglaterra e cantando em português me vejo querendo voltar pra minha querida cidade natal. Brasília é linda e serve de inspiração”, conta Paul.

“Algumas pessoas acham que o rock nacional deu uma parada no tempo, uns pensam que está tudo acabado…. eu acredito de verdade que tudo pode mudar de uma hora para outra… tudo é cíclico, a gente tem grandes ídolos que ainda nos tocam”, diz o vocalista da Base, citando as inspirações de Legião Urbana e Cazuza para o rock de muito conteúdo.

O desafio agora é a logística da turnê pelo Brasil, planejada para 2018.

A vida é um jogo (EP) – Banda Base – 2017
Paul Hodel, Ian Bemolator, Leonardo Krieger e Fábio Krieger
Gravado no estúdio Blue Records – Brasília

Visite o canal da banda no youtube

6196181250
, , ,
London
2017
Atualmente
Dom Pescoço
São Paulo
Somos do mundo, da América do Sul, do Vale do Paraíba, somos de Sanja. Bebemos do rio Paraíba, navegamos piraquaras, circundamos culturas, desaguamos no mar.

Rock com cadências brasileiras, funkeadas, dançantes. Ritmos tropicais com psicodelia. Tropsicodelia! Desde 2014.

EI! VOCÊS TEM UMA BANDA DE QUÊ?
Uma pergunta cotidiana que, de modo involuntário, nos propôs um movimento estético

Somos do mundo, da América do Sul, do Vale do Paraíba, somos de Sanja. Bebemos do rio Paraíba, navegamos piraquaras, circundando culturas, desaguamos no mar e seguimos.

Na Dom Pescoço esta questão estética-rítmica sempre foi complicada de responder. Somos seres plurais e nada dicotômicos, temos múltiplas influências e sem obrigações de seguir permanentemente quaisquer linhas estéticas. Gostamos do funk carioca ao rock. Da cumbia ao pós-punk. Do samba ao maracatu. Da moda de viola à disco. Somos filhos da cultura tradicional piraquara caipira quanto do pop. No entanto, uma linha macro geral nos é constante: ritmos tropicais com psicodelia. Tropsicodelia! Isso é o quê? Uma ruptura nossa. Neologismo nosso. Mas não só! O que também permeia é: arte variada; crítica; lúdica; multifacetada; libertária. Uma linha a seguir? Zona plural ever em atividade mentais intensas! Nada é fechado. Tudo aberto. Ousar, reciclar, antropofagiar.

Sabemos que este exercício não é inédito por toda a história da arte e que nada é tão inovador que já não tenha sido feito. Afinal, “nem tropsicodélico é o novo rock’n’roll”. No entanto, esta proposta joseense e valeparaibana aqui é o de sempre experimentar, com nossas referências, de nosso jeito.

E por aqui demos este nome: Tropsicodelia.
Adentre.

12981683255
, , ,
São José dos Campos
2014
Atualmente
Dr Danasa
Santa Catarina
,
Dr Danasa nasceu da idéia de criar um som visceral e divertido falando do cotidiano da vida do jovem brasileiro como política, drogas, hipocrisia e outros conflitos.

Numa alusão à agência espacial americana a Dr Danasa brinca com a idéia de sair de órbita e explorar novas experiências, tirando uma onda do sonho juvenil de ser astronauta. A banda é composta por músicos experientes em projetos cover e autoral, mas que na busca de um som que fizesse a cabeça da galera se inspirou na essência do rock popular brasileiro como Titãs e Raul Seixas que retratavam questões pertinentes a realidade do público. Com uma forte influência do Grunge e muita energia a banda encontrou a receita do estilo próprio que os integrantes sempre sonharam. Contamos com um estúdio próprio batizado Base Houston ainda satirizando com a agência espacial onde costuma receber ilustres visitantes do meio musical num ambiente de muita descontração e criatividade. As chamadas para os shows com montagens de desenhos animados da década de 70 já viraram outra marca registrada da banda, sempre com muito bom humor e irreverência. Lançamos no final de 2016 nosso primeiro EP, Dr Danasa – Decolando… que pode ser acessado nas principais plataformas digitais e já nos preparamos para a gravação do segundo EP para abril de 2017. Conheça Dr Danasa! #drdanasa

47 3455 1930
Joinville
2015
Atualmente
Guerrilla Way
Santa Catarina
, ,
É uma banda de Garuva/Joinville – SC, cujas músicas autorais são uma forma de crítica social aliada ao peso dos riffs abafados e ritmo variado do baixo e bateria, com letras em português.

Banda formada em Garuva em 2004, cujas influências principais são Rage Against The Machine e System of a Down, passando pelo grunge do Soundgarden e Alice in Chains, outras vertentes inclassificáveis como Tool, e até influência nacional como Chico Buarque, Caetano, Zé Ramalho, Sepultura, Chico Science & Nação Zumbi e O Rappa.
As letras em português são para valorizar e facilitar a compreensão da crítica social num vocal cantado ou por vezes gritado. O ritmo da bateria é variado, bem distinto de uma música para outra, sempre valorizando o peso. As linhas de baixo, perceptivelmente com vida própria, engordam e fornecem uma base sólida para o desenvolvimento de riffs pesados de guitarra, que passeiam entre a melodia do grunge e o abafado do metal.
Foi assim, inicialmente com covers de System e Rage Against nos primeiros anos, e apresentando cada vez mais músicas autorais, que a Guerrilla Way conquistou seu espaço principalmente em Joinville, no cenário underground e em festivais como o Magic Rock, Palco Joinville, Metal Joinville, entre outros.

A banda é formada por Bruno Dolinski (baixo, backing vocal), Leandro “Toxa” (guitarra, backing vocal), Evandro “Negão” (vocal, guitarra) e Tony Boeing (bateria).

47-99606-7800
Garuva
2004
Atualmente
Hessex Alone
Santa Catarina
,
Universo neopsicodélico, repleto de dissonâncias e experimentações antimusicais.

Dos palcos undergrounds até lançar os singles “Chaos” e “Filhos do Sol” pelo Selo Caroçu (parceria entre Xandão d’O Rappa e o produtor musical Tom Sabóia) são quinse anos estudando, compondo, criando e tocando profissionalmente.

“Ouvir aos sons de Hesséx me aguçam os sentidos e começo a perceber coisas que antes não percebia. Questiono-me da própria realidade como num “Lindo Sonho Delirante””… Felipe Harger.

Os grooves muito firmes e bem executados pelos músicos Felipe Harger(contrabaixo) e André Venâncio(bateria) e na outra guitarra completando as harmonias Paulo Cesar Nunes, caminham em meio as experimentações musicais que vão desde efeitos analógicos e digitais de maior requinte, até utensílios domésticos que mais parecem ter saído de um álbum de Tom Zé.

A voz convida a conhecer esse universo neopsicodélico, repleto de dissonâncias e experimentações antimusicais, tudo isso em coerência com o contexto estético da música de Hesséx que se deve também ao excelente trabalho de Tom Sabóia e do Estúdio Caroçu durante o processo de gravação, mixagem e masterização.

As guitarras por sua vez, ora ensaiam soar como outros instrumentos, ora buscam soar como qualquer outra coisa que não seja uma guitarra ou qualquer outro instrumento!

As letras demonstram uma crueza autêntica, em cima de constatações sobre a natureza humana, valendo-se tanto de metáforas quanto uma linguagem direta. Para Hesséx, é natural do homem provocar o caos. É uma constatação, não uma indagação.

A obra de Hesséx Alone propõe quebrar muitos paradigmas musicais através de uma experiência sonora inovadora e original.

É definitivamente uma obra contemporânea que agrega novidade ao cenário independente da música popular brasileira, acrescentando cores singulares a esse rico universo.

Uma provocação em forma de música. Um convite aos curiosos. Um agradável soco nos tímpanos.

47992706637
Joinville
2015
Atualmente
In The Rosemary Dreams
Paraná
O trio curitibano IN THE ROSEMARY DREAMS, nasceu no verão de 2014 para fazer música autoral com letras subliminares misturando stoner, jazz, funk, blues com a pegada visceral do garage rock.

Visando desconstruir fórmulas óbvias, adotando andamentos pouco ortodoxos e continuas mudanças rítmicas e melódicas, a banda paranaense In The Rosemary dreams faz o ouvinte transitar entre os mais variados ambientes sonoros.

O grupo apresenta canções com levadas de Post Rock, Rock Progressivo, Soul, jazz ou tudo ao mesmo tempo, mas sem perder a pegada visceral do rock de garagem. E mesmo reunindo as mais variadas influências, não abre mão da autenticidade ao compor e o valor à atenção de quem ouve para oferecer experiências singulares.

A banda nasceu no verão de 2014, na região metropolitana de Curitiba, sendo formada por parceiros de longa data: o baterista Alexander Medina, o baixista Zarce Matos e o guitarrista/vocalista Anderson Lima, que já tocaram juntos entre 2005 e 2012.

Nesse pouco tempo de existência o trio levou o prêmio de melhor banda do V FESTIVAL DE MÚSICA DE PIRAQUARA em 2014, participou do Corredor Cultural de Curitiba em 2015 e fez outras apresentações pela cidade.

Como era de se esperar de um grupo de Rock Experimental, a banda tem andado às margens do mercado fonográfico não só pelas composições, mas também por apresentações inusitadas e processos de gravação alternativos. Totalmente independente, o grupo está editando o seu primeiro EP, tendo como técnico de som e co-produtor um velho amigo, Michael Vedovelli, músico curitibano radicado em São Paulo.

O primeiro EP(gravado em uma caverna), será lançado também de maneira independente (a banda ainda não tem selo nem gravadora); prometem os suportes como CD, K7 e MP3.

(41) 991656937 / (41) 997802844 / (41) 984453200
Curitiba
2014
Atualmente
INVITRO
São Paulo
, ,
Banda de Rock do ABC Paulista formada por Daniel Lazarov (voz/guitarras), Douglas Rocha (baixo) e Marlon Miranda (bateria/voz).

Três integrantes, diversas influências, desejo de tocar mundo afora e a necessidade de sentir o rock pulsando nas veias são os ingredientes para esta mistura que resume a INVITRO.
Com letras que flertam entre a crítica a sociedade (peculiar do rock), a angústia do homem e os sonhos adolescentes de mudar o mundo, a INVITRO traz muito da essência do grunge.

Site Oficial
, , ,
Diadema
2017
Atualmente
LAMBA-TE!
Paraná
Três sobreviventes dos holocaustos das circunstâncias que sempre tiveram um motivo que os unia, o melhor do seu rock ‘n roll!

A ideia da banda veio em meados de 2012 com os irmãos Derick e Rodrigo, encontrando no caminho o Magnuss que seria o terceiro componente, entre experimentos e várias produções de baixo custo, a banda acabou surgindo como banda e trabalho sério em 2015 com o inicio do projeto “Só o que sobrou”, seu primeiro trabalho independente de selo que deu inicio a nova fase aonde os membros fundadores assumem a responsabilidade em um grande esquema power trio.

Conheça nossa banda:
Se inscreva no nosso canal YOUTUBE
https://www.youtube.com/channel/UCBewILemnkYmT7jzQAXhB_w
Siga-nos no Google+
https://plus.google.com/117935827548006780056
Curta a banda no Soundcloud e conheça nossos sons.
https://soundcloud.com/lamba-teband
Também nos acompanhe no BANDCAMP
https://lamba-te.bandcamp.com/

41 99529 0631
, , , , ,
Curitiba
2015
Atualmente
MACEDONIA
Paraná
O Macedonia é um trio de Curitiba, com fortes influências do chamado “grunge” da década de 90. Lançou seu primeiro disco, chamado Sobre Tudo, em 2012 e vem fazendo a divulgação em cima do trabalho, já tendo tocado em várias cidades do país. Atualmente a formação da banda conta com:
Kleber: Guitarra e voz
Marcos: Bateria
Raphael: Baixo

Biografia
A ideía de montar a banda surgiu em 1997 pelo então baterista Kleber Santos e o guitarrista/vocalista Marcos Gomes, visando tocar músicas de bandas como Nirvana, Alice In Chains, Sonic Youth, etc. Ao notarem que Kleber possuía uma voz mais “poderosa”, decidiram inverter os papéis: Kleber passou para a guitarra e voz e Marcos ficou sendo o baterista.

Em 1999 começaram a surgir as primeiras composições próprias como Temperamento Fugitivo, Macedonia e Retórica Explicativa. Nessa fase, a banda tinha como inspiração o som “sujo” das bandas de Seattle do início daquela década mesclada com uma pegada punk digna de Ramones e Sex Pistols.

Após vários baixistas terem passado pela banda desde o seu início, em 2008, Raphael Gorny, ex-baixista da extinta banda Rublevs – que quase sempre dividia o palco com o Macedonia – assumiu a função.

No começo de 2009 foi gravado o single virtual “Radioativo”, disponível para download gratuito na internet, contendo as músicas “A Ninguém” (um desabafo contra a manipulação midiática), “Em Pensamentos” (com uma melodia bonita, mesmo sem perder a pegada) e Sem Título (inspirada nas dificuldades de migrantes para viver em grandes centros).

No decorrer de mais de uma década de vida, a banda tocou em quase todas as casas de shows de Curitiba, além de várias apresentações pelo interior do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul se tornando expoente no rock alternativo e no cenário underground paranaense.

O músico e escritor Geraldo Töpera definiu o som como aquilo que “todo Roque & roll deve ser: barulhento, distorcido e bem tocado”, possuindo um “abandono punk primordial para que uma empreitada dessas não caia na mesmice. E essa palavrinha indigesta não se aplica ao Macedonia”.

Mas o som da banda não se restringe a barulho. Com melodias bem trabalhadas, os caras conseguem criar canções pesadas e, ao mesmo tempo, bonitas. O produtor Paulo Dalla Stella disse sobre a banda: “Alguém uma vez disse algo como ‘Endureça, mas não perca a ternura’. Esses caras ternos fazem som “duro” e não perdem nem uma coisa, nem outra pelo caminho.”

No fim de 2010, Marcos Gomes deixa a banda. O baterista Diego Jesus (ex- Lesbian Toys, Slugs e Braveheart), camarada de longa data de Kleber e Gorny assume a bateria colocando uma pegada ainda mais forte na cozinha.

Esses predicados fizeram com que durante dez anos de estrada, a banda angariasse uma pequena legião de admiradores. Pensando nesses fãs, os integrantes decidiram que é chegada a hora de um registro de qualidade do trabalho do grupo.

Por isso, o Macedonia aceitou o convite do músico e produtor musical Fábio Banks (Zigurate, Ovos Presley) e gravaram um disco, chamado “Sobre Tudo”, o qual foi lançado em Outubro de 2012 com uma festa de lançamento no Joker’s Pub.

Após 4 anos, o baixista Raphael Gorny deixa a banda, para cuidar de seus projetos. Na mesma época, Diego Jesus também deixa as baquetas de lado para tratar de um problema de saúde no joelho. Ambos sempre trabalharam duro para o crescimento da banda e serão sempre lembrados como parte da família.

Marcos Gomes, entra em contato com Kleber Santos falando do interesse em assumir as baquetas novamente e é prontamente aceito na banda.

Ainda havia a preocupação de encontrar um novo baixista. Kleber lembrou-se de um amigo que vinha acompanhando a trajetória da banda há algum tempo e o convidou para tocar com a banda. O “Guga”, que já vinha demonstrando um ótimo trabalho no baixo da banda Cadela Maldita, aceitou o cargo de novo baixista do Macedonia.

A banda tem seu hiato em 2015, sai Guga Ramone.

Novamente o Macedonia retorna em 2016 em atividade, com com a formação clássica da gravação do álbum “Sobre Tudo”, com o retorno de Raphael Gorny ao baixo, e também somente como banda de som autoral, deixando o cover sob título de outro projeto, agora com planos de uma nova empreitada em estúdio aguardem…

41 99540-9046