Noise

Banda Afro Axânti
Sergipe
O Axânti foi criado com o intuito de valorizar nossa cultura, a valorização da Arte da Musica, que em décadas atrás transformou a vida de crianças sem perspectiva e apoio familiar, e mesmo com apoios, não havia meios de transformação imediata, Surgimos para expandir a nossa cultura Negra através do toque do tambor.

A Banda foi criada em 2019, com elementos dos blocos afros de Salvador, Olodum, Ilê aiyê, Muzenza e os Negoes.

Nossos Cantores São: Paulinho Santana e Jilson SM, duas vozes maravilhosas que cantão o melhor do samba- reggue.

shows: estavamos fazendo shows que em Salvador chamamos de ensáios, e sempre com convidados ver Istagran Banda_ Axânti

(79) 98112-5815 (71)99189-5318
Aracaju
2019
Atualmente
Diarreia Mental
Santa Catarina
Banda de Joinville que mistura Noisecore, Metal Progressivo, Doom metal e Black metal fundada em 2014 e conta com 6 álbuns gravados e vários eps ao longo do tempo.

A banda é composta por:
Carlos-Vocal, Bateria, letras
Ze-Guitarra, Vocal
Gabriel Batista (Frango)-Teclado, Vocal
Leonardo (top lel)-Guitarra
Alexandre (xande)-Baixo

Fundada em 2014 por Carlos, no inicio era apenas uma banda solo que misturava noisecore com prog, fundou um movimento chamado Bostacore, que tinha como intenção fazer as piores músicas do mundo.
Conta com 6 álbuns atualmente:
(2014) Musica para favelados retardados pedreiros traficantes e viados pt 1
(2014) 666
(2014) Gato do Capeta
(2015) Mendigos São Maneiros
(2015) Live
(2015) Clube da Balalaika
(2016) RESSACA

47997808184
,
Joinville
2014
Atualmente
Dom Pescoço
São Paulo
Somos do mundo, da América do Sul, do Vale do Paraíba, somos de Sanja. Bebemos do rio Paraíba, navegamos piraquaras, circundamos culturas, desaguamos no mar.

Rock com cadências brasileiras, funkeadas, dançantes. Ritmos tropicais com psicodelia. Tropsicodelia! Desde 2014.

EI! VOCÊS TEM UMA BANDA DE QUÊ?
Uma pergunta cotidiana que, de modo involuntário, nos propôs um movimento estético

Somos do mundo, da América do Sul, do Vale do Paraíba, somos de Sanja. Bebemos do rio Paraíba, navegamos piraquaras, circundando culturas, desaguamos no mar e seguimos.

Na Dom Pescoço esta questão estética-rítmica sempre foi complicada de responder. Somos seres plurais e nada dicotômicos, temos múltiplas influências e sem obrigações de seguir permanentemente quaisquer linhas estéticas. Gostamos do funk carioca ao rock. Da cumbia ao pós-punk. Do samba ao maracatu. Da moda de viola à disco. Somos filhos da cultura tradicional piraquara caipira quanto do pop. No entanto, uma linha macro geral nos é constante: ritmos tropicais com psicodelia. Tropsicodelia! Isso é o quê? Uma ruptura nossa. Neologismo nosso. Mas não só! O que também permeia é: arte variada; crítica; lúdica; multifacetada; libertária. Uma linha a seguir? Zona plural ever em atividade mentais intensas! Nada é fechado. Tudo aberto. Ousar, reciclar, antropofagiar.

Sabemos que este exercício não é inédito por toda a história da arte e que nada é tão inovador que já não tenha sido feito. Afinal, “nem tropsicodélico é o novo rock’n’roll”. No entanto, esta proposta joseense e valeparaibana aqui é o de sempre experimentar, com nossas referências, de nosso jeito.

E por aqui demos este nome: Tropsicodelia.
Adentre.

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São José dos Campos
2014
Atualmente
Esmectatons
Santa Catarina
Projeto DIY vanguardista liderado por L. Borgia Rossetti desde 1998. A vasta discografia explora repulsivamente todos os gêneros musicais e sons impossíveis de uma maneira nada saudável ao psicológico.

Projeto DIY “avant-garde” e zolo liderado por L. Borgia Rossetti, e iniciado em São Paulo como parte da Vanguarda Paulista, em 1998. Pouco tempo depois, estabeleceu suas raízes em Joinville, juntamente com Bruno Leal (ex-Zombie Cookbook, Cocô Azedo, Abbatoir/So;Ma e Praga) . Compartilhando interesses ecléticos e obsessão por tudo o que é incomum, a banda gravou curtas surrealistas e uma extensa discografia de experimentalismo extremo, incluindo suítes de 20 minutos absurdas a ponto de mudar abruptamente toda a estrutura sonora de 4 em 4 segundos ou menos. O catálogo contém peças de jazz, grindcore e metal extremo, powerelectronics/musique concretè, rock progressivo, e muito mais, variando de composições belas e complexas a jams puramente intuitivas (como no krautrock e nowave) e ruído.