Pop rock

À HÁ A MARGEM
São Paulo
A banda À HÁ A MARGEM vem com a proposta de revisitar o rock pop nacional dos anos 80 – sua principal referência.

“Estamos À MARGEM,
mas sempre HÁ MARGEM
para transformar A MARGEM”

Podemos dizer que somos uma banda de rock, com influências fortes das bandas nacionais da década de 1980, como Plebe Rude, Legião Urbana, Barão Vermelho, Nenhum de Nós e muitos outros. Além de termos vivido aquela época, gostamos da sonoridade e é proposital, ao mesmo tempo, por conta do objetivo ideológico da banda. Também temos influências do jazz, blues, rock progressivo, do pós-punk/new wave e da MPB.

Lançou em 2017 um EP – A Geração Coca-Cola Cresceu – nas principais plataformas digitais. O material físico se esgotou rapidamente.

O grupo conta com Noa Leal no violão e voz, Mute Bianchi na guitarra, Johnny Bon no baixo e Johnny Mau na bateria.

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Araras
2015
Atualmente
Banda Alastra
São Paulo

A banda ALASTRA foi formada em Janeiro de 2019, com o propósito de unir grandes amigos e parceiros da música, afim de espalhar suas raízes sonoras e groovar a cultura rítmica de seus integrantes.

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Jundiai
2019
Atualmente
Banda Para Rádios
São Paulo
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Somos 4 integrantes na banda.

Somos uma banda com 4 integrantes, com músicas autorais adicionadas em nosso canal YouTube Banda Para Rádios. Temos algumas músicas autorais , mais tocamos pop rock, rock de acordo com pedido do cliente.

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São Paulo
2011
Atualmente
Base
Distrito Federal
Rock de conteúdo. É isso que se ouve no EP “A vida é um jogo”, lançado na última semana de outubro e já disponível no Youtube. A promessa é cumprida nos 18 minutos e cinco músicas do primeiro trabalho do grupo composto por Paul Hodel (vocal), Ian Bemolator (guitarras), Leonardo Krieger (baixo) e Fábio Krieger (bateria), nascidos em Brasília, mas, com os pés no mundo. Desde os primeiros acordes o que se tem é um convite aos bons momentos do Rock BR. Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana são algumas das bandas que passeiam pela memória ouvindo “A vida é um jogo”, produzido por Guilherme Negrão.

Rock’ n’roll com muito a dizer

Por Ulisses Nascimento

“Quanta gente por aí que fala, fala e não diz nada…”. Os versos, emprestados de Tom Jobim, compositor de um outro gênero, a Bossa Nova, apontam para o inverso do que motiva a Banda Base: ter muito a dizer.

Rock de conteúdo. É isso que se ouve no EP “A vida é um jogo”, lançado na última semana de outubro e já disponível no Youtube. A promessa é cumprida nos 18 minutos e cinco músicas do primeiro trabalho do grupo composto por Paul Hodel (vocal), Ian Bemolator (guitarras), Leonardo Krieger (baixo) e Fábio Krieger (bateria), nascidos em Brasília, mas, com os pés no mundo. Desde os primeiros acordes o que se tem é um convite aos bons momentos do Rock BR. Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana são algumas das bandas que passeiam pela memória ouvindo “A vida é um jogo”, produzido por Guilherme Negrão.

A Base foi criada oficialmente este ano, mas, os integrantes são velhos conhecidos na capital federal por outros trabalhos. Paul, Léo e Fábio gravaram dois álbuns em inglês (Silent Seasons – 2007 e Leave the future behind – 2008), com a banda “Janice Doll”, criada em 2003. Em 2008, eles foram para a Inglaterra, mas, não puderam ficar no país.

Barrados pela imigração na terra da rainha, voltaram ao Brasil na companhia do lendário produtor britânico Stuart Epps (Elton John, Oasis e Led Zeppelin são alguns dos artistas com que ele trabalhou…) para gravar Leave the future behind no estúdio de Philipe Seabra, vocalista do Plebe Rude, em Brasília. Paul, Léo e Fábio tocaram em festivais importantes, como Rollapedra e Porão do Rock, mas, os contratempos da vida impediram que a “Janice Doll” tivesse vida longa.

O último show foi em 2012. A jornada de cantar em inglês pode ser resumida em “Por muito tempo, bem que eu tentei, mas, o chato de acertar foi quando eu errei…”, da sincera “Herói”, segunda música do EP.

“Um pequeno passo e já mudamos tudo o que imaginamos ver…..”

Em 2013, Paul, que tem cidadania francesa, foi para os EUA e depois para a Inglaterra. Três anos mais tarde, o vocalista conheceu Ian Bemolator, guitarrista da capital federal que também havia saído do Brasil e se casado com uma polonesa. Com seis músicas escritas, Paul teve a ajuda de Ian nos arranjos.

Foram quase nove anos entre o último trabalho de Paul (Leave the future behind) e “A vida é um jogo”. A produção do EP retrata bem a era da super comunicação: Paul mora em Londres, Ian está na Polônia e os irmãos Krieger, em Brasília. O jeito foi usar o Skype.

Ian e Paul voltaram ao Brasil em junho deste ano. Com a banda completa, foram trinta dias correndo contra o tempo no estúdio Blue Records, na capital federal.

Além do disco, o encontro resultou na gravação de dois clipes. Um presente para ver – a fotografia primorosa combinada ao céu de Brasília – e ouvir. As produções tiveram o apoio do Melia Brasil 21 – hotel que cedeu o heliponto para a gravação de A vida é um jogo – e da Terra Cap, órgão do governo de Brasília. Tanto trabalho exigiu sacrifícios. “As gravações foram uma loucura… em três dias eu dormi três horas”, lembra Paul. A vida é um jogo coroa o esforço de quem não desistiu da música.

“A ironia do destino foi passar oito anos de banda cantando em inglês tentando ir pra fora. Com uma mudança no destino, agora morando na Inglaterra e cantando em português me vejo querendo voltar pra minha querida cidade natal. Brasília é linda e serve de inspiração”, conta Paul.

“Algumas pessoas acham que o rock nacional deu uma parada no tempo, uns pensam que está tudo acabado…. eu acredito de verdade que tudo pode mudar de uma hora para outra… tudo é cíclico, a gente tem grandes ídolos que ainda nos tocam”, diz o vocalista da Base, citando as inspirações de Legião Urbana e Cazuza para o rock de muito conteúdo.

O desafio agora é a logística da turnê pelo Brasil, planejada para 2018.

A vida é um jogo (EP) – Banda Base – 2017
Paul Hodel, Ian Bemolator, Leonardo Krieger e Fábio Krieger
Gravado no estúdio Blue Records – Brasília

Visite o canal da banda no youtube

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London
2017
Atualmente
Beto Lani
Minas Gerais
Beto Lani é guitarrista e vocalista de Belo Horizonte formado na UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), tocou em várias bandas da cena rock de Belo Horizonte, lançando 2 trabalhos com a banda Wisache e abrindo shows internacionais. EM 2019 está lançando o seu primeiro álbum, Chaotic Frame Of Mind

Formado na Universidade do Estado de Minas Gerais, Beto Lani é guitarrista, violonista e cantor á 20 anos. Dos 11 aos 15 anos estudou violão erudito com professor particular, que também lhe ensinava a tocar guitarra. Aos 17 anos, com sua primeira banda de heavy metal tradicional, ganhou um prêmio de melhor guitarrista num festival de bandas estudantil. Aos 20 montou sua primeira banda de música própria, a Wisache, que ganhou notoriedade no movimento underground de Belo Horizonte, em 2003 lançaram o Ep Shout It, e em 2007 Polluted. A banda tocou em vários festivais, e em vários estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo, além de ser a banda de abertura de atrações internacionais como Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row. Entre 2006 e 2008, foi guitarrista da banda de heavy metal tradicional Brave, que também participou de vários festivais, inclusive abrindo para o Blaze bayley, ex vocalista do Iron Maiden.
Em 2009, ingressou na banda RockStation que se tornou referência no Circuito do Rock, que hoje é referência de casas de rock em Belo Horizonte. Entre 2012 e 2015 a banda além de seu repertório, fazia um repertório especial só de System of A Down, banda que era muito incomum de ser tocada. O evento se chamava Circus Of A Down, e deu origem ao projeto System Of A Down Tributo, hoje a banda cover de System Of A Down mais respeitada da cidade.
Beto Lani leciona guitarra e violão desde os 15 anos, o que faz com que suas influências sejam bem variadas, apesar de estar ingressado no Rock.
Em 2017, resolveu apostar em sua carreira solo, já que suas composições sempre se destacavam em suas bandas. Em 2018, convidou músicos renomados como o baterista Bruno Aguiar, seu antigo colega de banda, que hoje está na banda Velotrol e seu companheiro de banda Samuel Chacon, para o baixo e produção.

Discografia:

Com a banda Wisache:
Shout It (Ep) – 2003
Polluted – 2007

Solo:
Chaotic Frame Of Mind – 2019

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Belo Horizonte
2017
Atualmente
Bluyus
São Paulo
Banda de Rock de São José dos Campos, formada em 2012. Com dois Cds gravados. Pés na areia e #ROCK.

Em 2012, lanço o EP Pés na areia ainda solo, eu estava a procura de uma banda.
Em 2013 conseguimos formar o trio atual: – Alex – voz e guitarra, Ricardo – Bateria e Euclides – Baixo.
Ensaiamos as músicas de Pés na areia e começamos a compor as músicas do novo CD.
Começamos nos apresentando em bares locais que aceitavam o autoral pra adquirirmos experiência de palco, e na maioria das vezes sem cachê.
Em agosto de 2014 gravamos ao vivo no estúdio Costella, do Chuck, ex VJ da MTV.
Com várias músicas já prontas e ensaiadas decidimos voltar ao Costella e gravar o single Todo amor, em abril de 2015.
Depois de gravar um ensaio com as novas músicas no estúdio Oversonic chegamos a conclusão que estávamos prontos pra gravar nosso próximo CD.
Então em dezembro de 2015 gravamos o CD #ROCK. Levamos o ano inteiro de 2016 pra mixar e masterizar. Queríamos a melhor qualidade possível com o menor orçamento.
Com o CD #ROCK precisávamos de um novo desafio.
Então em julho de 2017 gravamos o ShowLivre, com o apresentador Clemente.
Essa apresentação abriu algumas portas para a banda. Fomos convidados pra tocar no Sesi e no Sesc de São José dos Campos.
O Show do Sesi aconteceu em novembro de 2017 e nos rendeu o mais novo trabalho da banda, o DVD Todo amor.

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São José dos Campos
2012
Atualmente
Brunno Zaia
São Paulo
Dono de um timbre diferenciado e muita identidade, Zaia, é conhecido por seu violão único e suas releituras impressionantes. Cantor e compositor, tem feito grande sucesso por onde passa e se torna uma promessa na MPB.

Filho de um dos maiores nomes do cenário da música baiana, Zaia, cresceu no ambiente da música, e teve pouco tempo e muita dedicação para ter essa identidade única. Reinaldinho, seu pai e ex vocalista do grupo Terrasamba, iniciou o filho cedo no meio e sempre o ensinou a ser o melhor naquilo que ele se propusesse a fazer e foi assim que chegamos a esse mix de musicalidade, identidade e muito swing.

Se apresenta com diversas composições mas o que mais se pede é o trio, violão, baixo e bateria, na qual sentimos a emoção do que esse artista veio mostrar.

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São Paulo
2005
Atualmente
Caosbanal
Rio de Janeiro
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Banda carioca de Rock, formada e atuante no cenário musical desde 2004, levando suas mensagens e visão do mundo através de suas composições.
A Caosbanal é formada por Luciano Bernardino no vocal, Igor Gabriel e Rodrigo Teixeira nas guitarras, Raphael Marinho no baixo e Jonathan Cyrne na bateria, estes com suas personalidades e influências musicais, tornando a originalidade da banda.

Banda carioca formada em 2004 por adolescentes interessados em buscar na música seus destinos e levar em suas letras situações e sentimentos de vida. Espelhados em bandas da época, como: Charlie Brown, Detonautas, Foo Fighters, entre outras, a Caosbanal iniciou seu trajeto.

A convivência e o bom ambiente vivido entre seus integrantes gerou uma grande amizade. Momentos de felicidade, loucuras, incertezas, angustia e êxtase que aconteciam a cada reunião, ensaio e show. A Caosbanal teve seu primeiro grande prêmio, quando foi vencedora do festival de bandas na Lona Cultural de Guadalupe. A partir desse momento todos tiverem a certeza que estavam no caminho certo. Começaram as gravações e as experiências em um estúdio profissional.

As oportunidades começaram a aparecer e a cada show eletrizante foram deixando suas marcas e conhecendo grandes artistas. Passaram por diversas casas e tocaram com Luxúria, Seu Cuca, Swell, Stellabella, Consciência Tranquila, entre outras.

Após toda euforia, dificuldades foram aparecendo e com o cenário do rock ficando escasso, não demorou para a Caosbanal ter seu desmoronamento. Ganhando responsabilidades em suas vidas pessoais, o projeto e os sonhos tiveram que ser guardados e o sentimento de tristeza apareceu pela primeira vez.

Em Junho de 2014, a vontade e os sonhos ressurgem. Raphael Marinho e Rodrigo Teixeira, os únicos remanescentes de toda essa loucura, resolvem voltar e dar continuidade ao projeto esquecido.

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Rio de Janeiro
2004
Atualmente
Caosbanal
Rio de Janeiro
Banda carioca, com o objetivo de levar sua mensagem através da música. Em 2018 lançou seu novo Ep Novos Horizontes, contendo as músicas “Sem Medo de Errar”, “Aviso aos Navegantes” e “Nunca Desista”.

Inovando no cenário do Rock, a Caosbanal foi formada em 2004 na cidade do Rio de Janeiro. Seus integrantes buscam em suas canções, um destino. A missão é levar em suas letras situações e sentimentos de vida. Sob forte influência do Foo Fighters, a Caosbanal iniciou seu trajeto.

A convivência e o bom ambiente vivido entre seus integrantes gerou uma grande amizade. Momentos de felicidades, loucuras, incertezas, angustia e êxtase que aconteciam em cada reunião, ensaio e show. A Caosbanal teve seu primeiro grande prêmio, quando foi vencedora do festival de bandas na Lona Cultural de Guadalupe. A partir desse momento todos tiveram a certeza que estavam no caminho certo. Começaram as gravações e as experiências em um estúdio profissional.

As oportunidades começaram a aparecer e a cada show eletrizante foram deixando suas marcas e conhecendo grandes artistas. Passaram por diversas casas e tocaram com Luxúria, Seu Cuca, Swell, Stellabella, Consciência Tranquila, entre outras.

Após toda euforia, dificuldades foram aparecendo e com o cenário do rock ficando escasso, não demorou para que a banda tivesse seu desmoronamento. Ganhando responsabilidades em suas vidas pessoais, o projeto e os sonhos tiveram que ser guardados e o sentimento de tristeza apareceram pela primeira vez.

Em junho de 2014, à vontade e os sonhos ressurgem, Raphael Marinho e Rodrigo Teixeira, os únicos remanescentes dessa trajetória, resolvem voltar e dar continuidade ao projeto esquecido.

Com a entrada de Nattan Vidal e Jonathan Cyrne a Caosbanal fechou sua nova família.

O projeto e os sonhos se juntaram novamente. A Caosbanal voltou com tudo e em 2016 lançou seu primeiro EP que levou o nome de “Sem Fim”, marcando toda essa história que a banda viveu. Possuindo algumas das faixas como “Juntos”, “Instintos” e “Caosbanal”, a banda enfim coloca o pé na estrada pela segunda vez mostrando sua nova cara e seu novo trabalho.

Em 2018 lançou seu novo EP, Novos Horizontes, que vem trazendo os sucessos “Sem Medo de Errar”, “Aviso aos Navegantes” e “Nunca Desista”. Um novo tudo!

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Rio de Janeiro
2003
Atualmente
Casa dos Fundos
Rio Grande do Sul
Com personalidade e influências distintas, Rafael (vocal), Dan (baixo), Cadu (guitarra), Gui (guitarra) e Julian (bateria) formam a Casa dos Fundos, banda gaúcha de Santa Maria formada desde março de 2017, resgata a paixão pelo rock através de composições que tratam desde situações cotidianas, conflitos pessoais e até problemas sociais.
Como trabalho mais atual a banda lançou sua primeira música “nostalgia” com um lyric vídeo no youtube.

Com personalidade e influências distintas, Rafael (vocal), Dan (baixo), Cadu (guitarra), Gui (guitarra) e Julian (bateria) formam a Casa dos Fundos, banda gaúcha de Santa Maria formada desde março de 2017, resgata a paixão pelo rock através de composições que tratam desde situações cotidianas, conflitos pessoais e até problemas sociais.
A banda apesar de nova na estrada, já vem fazendo shows ao longo desse ano de 2018 e participando de alguns festivais. Casa dos Fundos participou do festival da canção FAC de Alegrete – RS, ficando sem segundo lugar com a melhor música “Juliana” e o prêmio de melhor interprete com o vocalista Rafael Biermann. Recentemente participaram do festival de bandas do Mercocycle2018 e ainda aguardam resultado. Como trabalho mais atual a banda lançou sua primeira música “nostalgia” com um lyric vídeo no youtube.

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Santa Maria
2017
Atualmente