Rock and roll

Banda material bÉlico
Paraná
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Uma banda de Rock-blues.
Música e performance voltada para a promoção da música como um canal da paz e do amor.

Uma banda de Rock-blues.
Música e performance voltada para a promoção da música como um canal da paz e do amor.

46 9 9101 0948
46 3025 7171
Pato Branco
2018
Atualmente
Banda Rock Brasil
Paraná
Banda Curitibana de rock com 5 malucos insistindo na música autoral.

Banda Rock Brasil

Fundada em Curitiba – Pr por Gilmar Padilha, a Banda Rock Brasil trás canções próprias que buscam manter a sonoridade rock sem rótulos, com influências diversas que vão desde o blues e o classic rock dos anos 70 ao rock alternativo contemporâneo e sempre buscando participações em festivais, concursos, programas de TV, shows, contatos com gravadoras, etc,.
A Rock Brasil é atualmente formada por:
Gilmar Padilha – guitarra e backing
Bruno Rocco – vocal
Cleber Netti – bateria e backing
Sid Chila – baixo
Cesar Vinícius – guitarra solo

*Facebook:
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https://www.facebook.com/GilmarPadilhabanda

*Instagram:
https://www.instagram.com/bandarockbrasil

*Ouça:
https://soundcloud.com/bandarockbrasil

https://www.letras.mus.br/banda-rock-brasil

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*Assista:
https://goo.gl/S06yuz

facebook
(41) 9 9844-5282 / (41) 9 9992-7393
Base
Distrito Federal
Rock de conteúdo. É isso que se ouve no EP “A vida é um jogo”, lançado na última semana de outubro e já disponível no Youtube. A promessa é cumprida nos 18 minutos e cinco músicas do primeiro trabalho do grupo composto por Paul Hodel (vocal), Ian Bemolator (guitarras), Leonardo Krieger (baixo) e Fábio Krieger (bateria), nascidos em Brasília, mas, com os pés no mundo. Desde os primeiros acordes o que se tem é um convite aos bons momentos do Rock BR. Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana são algumas das bandas que passeiam pela memória ouvindo “A vida é um jogo”, produzido por Guilherme Negrão.

Rock’ n’roll com muito a dizer

Por Ulisses Nascimento

“Quanta gente por aí que fala, fala e não diz nada…”. Os versos, emprestados de Tom Jobim, compositor de um outro gênero, a Bossa Nova, apontam para o inverso do que motiva a Banda Base: ter muito a dizer.

Rock de conteúdo. É isso que se ouve no EP “A vida é um jogo”, lançado na última semana de outubro e já disponível no Youtube. A promessa é cumprida nos 18 minutos e cinco músicas do primeiro trabalho do grupo composto por Paul Hodel (vocal), Ian Bemolator (guitarras), Leonardo Krieger (baixo) e Fábio Krieger (bateria), nascidos em Brasília, mas, com os pés no mundo. Desde os primeiros acordes o que se tem é um convite aos bons momentos do Rock BR. Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana são algumas das bandas que passeiam pela memória ouvindo “A vida é um jogo”, produzido por Guilherme Negrão.

A Base foi criada oficialmente este ano, mas, os integrantes são velhos conhecidos na capital federal por outros trabalhos. Paul, Léo e Fábio gravaram dois álbuns em inglês (Silent Seasons – 2007 e Leave the future behind – 2008), com a banda “Janice Doll”, criada em 2003. Em 2008, eles foram para a Inglaterra, mas, não puderam ficar no país.

Barrados pela imigração na terra da rainha, voltaram ao Brasil na companhia do lendário produtor britânico Stuart Epps (Elton John, Oasis e Led Zeppelin são alguns dos artistas com que ele trabalhou…) para gravar Leave the future behind no estúdio de Philipe Seabra, vocalista do Plebe Rude, em Brasília. Paul, Léo e Fábio tocaram em festivais importantes, como Rollapedra e Porão do Rock, mas, os contratempos da vida impediram que a “Janice Doll” tivesse vida longa.

O último show foi em 2012. A jornada de cantar em inglês pode ser resumida em “Por muito tempo, bem que eu tentei, mas, o chato de acertar foi quando eu errei…”, da sincera “Herói”, segunda música do EP.

“Um pequeno passo e já mudamos tudo o que imaginamos ver…..”

Em 2013, Paul, que tem cidadania francesa, foi para os EUA e depois para a Inglaterra. Três anos mais tarde, o vocalista conheceu Ian Bemolator, guitarrista da capital federal que também havia saído do Brasil e se casado com uma polonesa. Com seis músicas escritas, Paul teve a ajuda de Ian nos arranjos.

Foram quase nove anos entre o último trabalho de Paul (Leave the future behind) e “A vida é um jogo”. A produção do EP retrata bem a era da super comunicação: Paul mora em Londres, Ian está na Polônia e os irmãos Krieger, em Brasília. O jeito foi usar o Skype.

Ian e Paul voltaram ao Brasil em junho deste ano. Com a banda completa, foram trinta dias correndo contra o tempo no estúdio Blue Records, na capital federal.

Além do disco, o encontro resultou na gravação de dois clipes. Um presente para ver – a fotografia primorosa combinada ao céu de Brasília – e ouvir. As produções tiveram o apoio do Melia Brasil 21 – hotel que cedeu o heliponto para a gravação de A vida é um jogo – e da Terra Cap, órgão do governo de Brasília. Tanto trabalho exigiu sacrifícios. “As gravações foram uma loucura… em três dias eu dormi três horas”, lembra Paul. A vida é um jogo coroa o esforço de quem não desistiu da música.

“A ironia do destino foi passar oito anos de banda cantando em inglês tentando ir pra fora. Com uma mudança no destino, agora morando na Inglaterra e cantando em português me vejo querendo voltar pra minha querida cidade natal. Brasília é linda e serve de inspiração”, conta Paul.

“Algumas pessoas acham que o rock nacional deu uma parada no tempo, uns pensam que está tudo acabado…. eu acredito de verdade que tudo pode mudar de uma hora para outra… tudo é cíclico, a gente tem grandes ídolos que ainda nos tocam”, diz o vocalista da Base, citando as inspirações de Legião Urbana e Cazuza para o rock de muito conteúdo.

O desafio agora é a logística da turnê pelo Brasil, planejada para 2018.

A vida é um jogo (EP) – Banda Base – 2017
Paul Hodel, Ian Bemolator, Leonardo Krieger e Fábio Krieger
Gravado no estúdio Blue Records – Brasília

Visite o canal da banda no youtube

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London
2017
Atualmente
Beto Lani
Minas Gerais
Beto Lani é guitarrista e vocalista de Belo Horizonte formado na UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), tocou em várias bandas da cena rock de Belo Horizonte, lançando 2 trabalhos com a banda Wisache e abrindo shows internacionais. EM 2019 está lançando o seu primeiro álbum, Chaotic Frame Of Mind

Formado na Universidade do Estado de Minas Gerais, Beto Lani é guitarrista, violonista e cantor á 20 anos. Dos 11 aos 15 anos estudou violão erudito com professor particular, que também lhe ensinava a tocar guitarra. Aos 17 anos, com sua primeira banda de heavy metal tradicional, ganhou um prêmio de melhor guitarrista num festival de bandas estudantil. Aos 20 montou sua primeira banda de música própria, a Wisache, que ganhou notoriedade no movimento underground de Belo Horizonte, em 2003 lançaram o Ep Shout It, e em 2007 Polluted. A banda tocou em vários festivais, e em vários estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo, além de ser a banda de abertura de atrações internacionais como Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row. Entre 2006 e 2008, foi guitarrista da banda de heavy metal tradicional Brave, que também participou de vários festivais, inclusive abrindo para o Blaze bayley, ex vocalista do Iron Maiden.
Em 2009, ingressou na banda RockStation que se tornou referência no Circuito do Rock, que hoje é referência de casas de rock em Belo Horizonte. Entre 2012 e 2015 a banda além de seu repertório, fazia um repertório especial só de System of A Down, banda que era muito incomum de ser tocada. O evento se chamava Circus Of A Down, e deu origem ao projeto System Of A Down Tributo, hoje a banda cover de System Of A Down mais respeitada da cidade.
Beto Lani leciona guitarra e violão desde os 15 anos, o que faz com que suas influências sejam bem variadas, apesar de estar ingressado no Rock.
Em 2017, resolveu apostar em sua carreira solo, já que suas composições sempre se destacavam em suas bandas. Em 2018, convidou músicos renomados como o baterista Bruno Aguiar, seu antigo colega de banda, que hoje está na banda Velotrol e seu companheiro de banda Samuel Chacon, para o baixo e produção.

Discografia:

Com a banda Wisache:
Shout It (Ep) – 2003
Polluted – 2007

Solo:
Chaotic Frame Of Mind – 2019

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Belo Horizonte
2017
Atualmente
BUD PUMP
Minas Gerais
BUD PUMP é uma banda de Blues Rock com fortes influências do improviso do Jazz.

A BUD PUMP é uma banda de Blues Rock com fortes influências do improviso do Jazz, formada pelos músicos Wander Ponzo (guitarra/violão), Vinícius Mira (baixo), Nita Rodrigues (vocal) e Júlio de Paiva (bateria), das cidades sul mineiras de Cambuquira e Varginha.
Com 10 anos de estrada, a Banda já se apresentou em vários eventos e casas importantes do cenário musical como Roça n’ Roll (Varginha-MG), Festival Pedrock (Pedralva-MG), Expomusic (São Paulo-SP), The Rio Rock & Blues Club (Rio de Janeiro-RJ), dentre outros. A proposta inicial era executar os clássicos do Rock n’ Roll (Janis Joplin, Deep Purple, Rush, Led Zeppelin, etc), do Blues (Steve Ray Vaugahn, Eric Clapton Muddy Water, etc) e do Jazz Blues (Peggy Lee, Etta James, etc) com muito sentimento e respeito a tudo que esses ícones representam para o mundo da música.
Em 2017 a Bud Pump lançou seu primeiro álbum autoral,”Time To Find New Roads”, no mesmo ano conquistou o primeiro lugar na categoria Banda Autoral do Festival Motor Music em São Paulo-SP.

Contato:
Sandra Souza
Produtora
(35) 98428-5209 (whatsApp)
(35) 98881-8995 (tel.)
sandrasucitah@yahoo.com

35 98803-1847
Cambuquira
2009
Atualmente
Cândido
Rio de Janeiro
Banda de Rock de Jacarepaguá, Rio de Janeiro-RJ.

É preciso cultivar nosso jardim. Diz o personagem de Voltaire, em seu sarcástico conto filosófico sobre o otimismo.
Em 2010 do sonho de dois jovens irmãos é fundada a banda Cândido, que tem seguido a caminhada assim como o personagem do ensaio do filosofo, que foi inspiração para o nome, acreditam que tudo é possível quando estão cultivando suas vontades e verdades.
Juntos Pietro Santos (Vocal), Thomas Ferreira(Guitarra), Hector Ribeiro (Baixo) e Raphael Tiago (Bateria), estão trilhando o caminho no cenário independente do Rock no Rio de janeiro, já tendo tocado nas mais diversas e renomadas casas da cidade, além de shows em Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
Em 2015 é lançado o EP “Ela”, o vídeo clipe da música “Depois do Cinema” – hoje exibido no Canal Woohoo, PlayTV e Music Box Brazil, escolhidos para participar do Converse Rubber Tracks Wordwide – onde gravam a canção “Águas de Marte” no emblemático estúdio Toca do Bandido e lançada na Rádio Cidade.
Em 2016 é a vez do antológico palco do Imperator no Rio Novo Rock, lançamento do single “Prato Velho”, abertura para a banda Selvagens a procura de lei, Turnê “Deu Vontade” que foi do Rio de janeiro ao Rio Grande do Sul e o lançamento da parceria com a banda Marvins de São Paulo no Converse Rubber Track Brasil, gravado no conceituado Family Mob Studio o single “Abstinência”.
Em Outubro de 2016 com vista a novas necessidades um quinto elemento foi convidado a fazer parte dessa historia, Guilherme Benaion que veio a somar com sua guitarra, o quinto elemento dessa jornada.
Com as canções distribuídas nas plataformas streaming a Cândido vem trilhando o caminho para levar seu trabalho ao maior numero de pessoas, sempre com atitude e a energia do bom e velho ROCK.

(21)98930-6100
2010
Atualmente
Caosbanal
Rio de Janeiro
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Banda carioca de Rock, formada e atuante no cenário musical desde 2004, levando suas mensagens e visão do mundo através de suas composições.
A Caosbanal é formada por Luciano Bernardino no vocal, Igor Gabriel e Rodrigo Teixeira nas guitarras, Raphael Marinho no baixo e Jonathan Cyrne na bateria, estes com suas personalidades e influências musicais, tornando a originalidade da banda.

Banda carioca formada em 2004 por adolescentes interessados em buscar na música seus destinos e levar em suas letras situações e sentimentos de vida. Espelhados em bandas da época, como: Charlie Brown, Detonautas, Foo Fighters, entre outras, a Caosbanal iniciou seu trajeto.

A convivência e o bom ambiente vivido entre seus integrantes gerou uma grande amizade. Momentos de felicidade, loucuras, incertezas, angustia e êxtase que aconteciam a cada reunião, ensaio e show. A Caosbanal teve seu primeiro grande prêmio, quando foi vencedora do festival de bandas na Lona Cultural de Guadalupe. A partir desse momento todos tiverem a certeza que estavam no caminho certo. Começaram as gravações e as experiências em um estúdio profissional.

As oportunidades começaram a aparecer e a cada show eletrizante foram deixando suas marcas e conhecendo grandes artistas. Passaram por diversas casas e tocaram com Luxúria, Seu Cuca, Swell, Stellabella, Consciência Tranquila, entre outras.

Após toda euforia, dificuldades foram aparecendo e com o cenário do rock ficando escasso, não demorou para a Caosbanal ter seu desmoronamento. Ganhando responsabilidades em suas vidas pessoais, o projeto e os sonhos tiveram que ser guardados e o sentimento de tristeza apareceu pela primeira vez.

Em Junho de 2014, a vontade e os sonhos ressurgem. Raphael Marinho e Rodrigo Teixeira, os únicos remanescentes de toda essa loucura, resolvem voltar e dar continuidade ao projeto esquecido.

21992711551
Rio de Janeiro
2004
Atualmente
Carcadia
Minas Gerais
A Carcadia se formou às margens do rio Sapucaí, em Santa Rita do Sapucaí-MG, também conhecida como O Vale do Chuchu, tendo como maior influência o rock and roll dos anos ’60 e ’70, assim como o blues, de onde tudo provém! E assim vai o rock and roll da Carcadia, procurando seguir as pegadas sônicas deixadas pelos gigantes das décadas de ouro do rock!

Por: Vladimir Ribeiro

Certa vez um amigo me disse que o Rock ‘n Roll é melhor quando esse está nos guetos, que é seu habitat natural. Porém, um dos melhores expoentes do gênero vem de uma cidade pequena no Sul de Minas Gerais.
Não pense que se trata de mais uma banda de Minas falando da “Paisagem na Janela” (a benção Fernando Brant!) ou de clubes nas esquinas. Aqui o assunto é mais pesado.

Surgida de um antigo projeto musical a CARCADIA lança seu primeiro disco que reúne riffs sujos, solos psicodélicos e o velho e bom órgão hammond, tão característico das bandas dos anos 1970.

E a banda faz questão de deixar essas influências bem claras nas nove canções que compõem a bolacha.

Para ouvir no último volume. Sempre!

35 9 88200901
35 9 88200901
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Santa Rita do Sapucaí
2017
Atualmente
Ciganoblues
São Paulo
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Banda paulistana que mistura Blues, Rock´n Roll e música brasileira.

Ciganoblues é uma banda nascida em 2016 na periferia de São Paulo e que tem construído sua sonoridade à partir da influência do Blues, Rock’n Roll dos anos 60, 70 e música brasileira, sempre com letras em português que abordam temas que vão do lúdico/dionisíaco ao crítico/social, ciganando em um Brasil de estradas de terra, concretos urbanos, bares, cultura e contra-cultura.

Constituído por um núcleo sonoro de viola caipira, violão, guitarra, bateria, contra-baixo, gaita e vozes, em poucos meses o quarteto formado por músicos que de longa data estão inseridos no circuito de música independente e autoral vem se apresentando constantemente em casas de shows e centros culturais da região metropolitana de São Paulo. Em 2017 lançou seu primeiro videoclipe e um primeiro EP com 3 faixas autorais.

O segundo registro de estúdio vem em meio ao primeiro semestre de 2018 num primeiro álbum cheio: 10 faixas autorais que compõem o disco “A Ferro, Fogo e Viola”, projeto contemplado pela Lei de Fomento à Cultura da Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo. O álbum traz uma sonoridade bem peculiar da mistura de viola caipira com guitarra elétrica, blues-rock com psicodelia, folk com baião, participações de músicos convidados que somaram trompete, teclado e percussão à alquimia sonora do Ciganoblues, além de uma belíssima arte e projeto gráfico de Beatriz Meneses, artista residente de Niterói-RJ.

Atualmente a banda prepara o primeiro videoclipe do disco e segue com as apresentações ao vivo.

São Paulo
2016
Atualmente
Dom Pescoço
São Paulo
Somos do mundo, da América do Sul, do Vale do Paraíba, somos de Sanja. Bebemos do rio Paraíba, navegamos piraquaras, circundamos culturas, desaguamos no mar.

Rock com cadências brasileiras, funkeadas, dançantes. Ritmos tropicais com psicodelia. Tropsicodelia! Desde 2014.

EI! VOCÊS TEM UMA BANDA DE QUÊ?
Uma pergunta cotidiana que, de modo involuntário, nos propôs um movimento estético

Somos do mundo, da América do Sul, do Vale do Paraíba, somos de Sanja. Bebemos do rio Paraíba, navegamos piraquaras, circundando culturas, desaguamos no mar e seguimos.

Na Dom Pescoço esta questão estética-rítmica sempre foi complicada de responder. Somos seres plurais e nada dicotômicos, temos múltiplas influências e sem obrigações de seguir permanentemente quaisquer linhas estéticas. Gostamos do funk carioca ao rock. Da cumbia ao pós-punk. Do samba ao maracatu. Da moda de viola à disco. Somos filhos da cultura tradicional piraquara caipira quanto do pop. No entanto, uma linha macro geral nos é constante: ritmos tropicais com psicodelia. Tropsicodelia! Isso é o quê? Uma ruptura nossa. Neologismo nosso. Mas não só! O que também permeia é: arte variada; crítica; lúdica; multifacetada; libertária. Uma linha a seguir? Zona plural ever em atividade mentais intensas! Nada é fechado. Tudo aberto. Ousar, reciclar, antropofagiar.

Sabemos que este exercício não é inédito por toda a história da arte e que nada é tão inovador que já não tenha sido feito. Afinal, “nem tropsicodélico é o novo rock’n’roll”. No entanto, esta proposta joseense e valeparaibana aqui é o de sempre experimentar, com nossas referências, de nosso jeito.

E por aqui demos este nome: Tropsicodelia.
Adentre.

12981683255
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São José dos Campos
2014
Atualmente