Rock garage

Banda Dicotomia
Rio de Janeiro
Power trio carioca formado em 2016, com influências do surf music ao HC melódico.

A banda Dicotomia faz sua estreia com o EP de 2017, Simbiose. O trio formado por Rafael Fernandes, Leonardo Maciel e Paulo Tavares gravou todas suas canções em casa. Com influências que vão do Surf Music ao Rock Alternativo Noventista, a banda mostra seis canções que abordam temas intrapessoais e experiências cotidianas.

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Araruama
2016
Atualmente
Base
Distrito Federal
Rock de conteúdo. É isso que se ouve no EP “A vida é um jogo”, lançado na última semana de outubro e já disponível no Youtube. A promessa é cumprida nos 18 minutos e cinco músicas do primeiro trabalho do grupo composto por Paul Hodel (vocal), Ian Bemolator (guitarras), Leonardo Krieger (baixo) e Fábio Krieger (bateria), nascidos em Brasília, mas, com os pés no mundo. Desde os primeiros acordes o que se tem é um convite aos bons momentos do Rock BR. Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana são algumas das bandas que passeiam pela memória ouvindo “A vida é um jogo”, produzido por Guilherme Negrão.

Rock’ n’roll com muito a dizer

Por Ulisses Nascimento

“Quanta gente por aí que fala, fala e não diz nada…”. Os versos, emprestados de Tom Jobim, compositor de um outro gênero, a Bossa Nova, apontam para o inverso do que motiva a Banda Base: ter muito a dizer.

Rock de conteúdo. É isso que se ouve no EP “A vida é um jogo”, lançado na última semana de outubro e já disponível no Youtube. A promessa é cumprida nos 18 minutos e cinco músicas do primeiro trabalho do grupo composto por Paul Hodel (vocal), Ian Bemolator (guitarras), Leonardo Krieger (baixo) e Fábio Krieger (bateria), nascidos em Brasília, mas, com os pés no mundo. Desde os primeiros acordes o que se tem é um convite aos bons momentos do Rock BR. Plebe Rude, Capital Inicial e Legião Urbana são algumas das bandas que passeiam pela memória ouvindo “A vida é um jogo”, produzido por Guilherme Negrão.

A Base foi criada oficialmente este ano, mas, os integrantes são velhos conhecidos na capital federal por outros trabalhos. Paul, Léo e Fábio gravaram dois álbuns em inglês (Silent Seasons – 2007 e Leave the future behind – 2008), com a banda “Janice Doll”, criada em 2003. Em 2008, eles foram para a Inglaterra, mas, não puderam ficar no país.

Barrados pela imigração na terra da rainha, voltaram ao Brasil na companhia do lendário produtor britânico Stuart Epps (Elton John, Oasis e Led Zeppelin são alguns dos artistas com que ele trabalhou…) para gravar Leave the future behind no estúdio de Philipe Seabra, vocalista do Plebe Rude, em Brasília. Paul, Léo e Fábio tocaram em festivais importantes, como Rollapedra e Porão do Rock, mas, os contratempos da vida impediram que a “Janice Doll” tivesse vida longa.

O último show foi em 2012. A jornada de cantar em inglês pode ser resumida em “Por muito tempo, bem que eu tentei, mas, o chato de acertar foi quando eu errei…”, da sincera “Herói”, segunda música do EP.

“Um pequeno passo e já mudamos tudo o que imaginamos ver…..”

Em 2013, Paul, que tem cidadania francesa, foi para os EUA e depois para a Inglaterra. Três anos mais tarde, o vocalista conheceu Ian Bemolator, guitarrista da capital federal que também havia saído do Brasil e se casado com uma polonesa. Com seis músicas escritas, Paul teve a ajuda de Ian nos arranjos.

Foram quase nove anos entre o último trabalho de Paul (Leave the future behind) e “A vida é um jogo”. A produção do EP retrata bem a era da super comunicação: Paul mora em Londres, Ian está na Polônia e os irmãos Krieger, em Brasília. O jeito foi usar o Skype.

Ian e Paul voltaram ao Brasil em junho deste ano. Com a banda completa, foram trinta dias correndo contra o tempo no estúdio Blue Records, na capital federal.

Além do disco, o encontro resultou na gravação de dois clipes. Um presente para ver – a fotografia primorosa combinada ao céu de Brasília – e ouvir. As produções tiveram o apoio do Melia Brasil 21 – hotel que cedeu o heliponto para a gravação de A vida é um jogo – e da Terra Cap, órgão do governo de Brasília. Tanto trabalho exigiu sacrifícios. “As gravações foram uma loucura… em três dias eu dormi três horas”, lembra Paul. A vida é um jogo coroa o esforço de quem não desistiu da música.

“A ironia do destino foi passar oito anos de banda cantando em inglês tentando ir pra fora. Com uma mudança no destino, agora morando na Inglaterra e cantando em português me vejo querendo voltar pra minha querida cidade natal. Brasília é linda e serve de inspiração”, conta Paul.

“Algumas pessoas acham que o rock nacional deu uma parada no tempo, uns pensam que está tudo acabado…. eu acredito de verdade que tudo pode mudar de uma hora para outra… tudo é cíclico, a gente tem grandes ídolos que ainda nos tocam”, diz o vocalista da Base, citando as inspirações de Legião Urbana e Cazuza para o rock de muito conteúdo.

O desafio agora é a logística da turnê pelo Brasil, planejada para 2018.

A vida é um jogo (EP) – Banda Base – 2017
Paul Hodel, Ian Bemolator, Leonardo Krieger e Fábio Krieger
Gravado no estúdio Blue Records – Brasília

Visite o canal da banda no youtube

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London
2017
Atualmente
CORA
Paraná
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Katherine e a Kaíla formaram a Cora em 2013 e uma banda de meninas sempre pareceu fazer sentido pela força das suas representações e referências: Warpaint, Grimes, Cat Power, Hole, Pixies entre tantas outras. O som traz elementos do rock e dream pop que criam um ambiente expansivo e harmônico com nuances psicodélicas escuras do interior da alma feminina em processo de descobrimento.

(41) 99997-6741
In The Rosemary Dreams
Paraná
O trio curitibano IN THE ROSEMARY DREAMS, nasceu no verão de 2014 para fazer música autoral com letras subliminares misturando stoner, jazz, funk, blues com a pegada visceral do garage rock.

Visando desconstruir fórmulas óbvias, adotando andamentos pouco ortodoxos e continuas mudanças rítmicas e melódicas, a banda paranaense In The Rosemary dreams faz o ouvinte transitar entre os mais variados ambientes sonoros.

O grupo apresenta canções com levadas de Post Rock, Rock Progressivo, Soul, jazz ou tudo ao mesmo tempo, mas sem perder a pegada visceral do rock de garagem. E mesmo reunindo as mais variadas influências, não abre mão da autenticidade ao compor e o valor à atenção de quem ouve para oferecer experiências singulares.

A banda nasceu no verão de 2014, na região metropolitana de Curitiba, sendo formada por parceiros de longa data: o baterista Alexander Medina, o baixista Zarce Matos e o guitarrista/vocalista Anderson Lima, que já tocaram juntos entre 2005 e 2012.

Nesse pouco tempo de existência o trio levou o prêmio de melhor banda do V FESTIVAL DE MÚSICA DE PIRAQUARA em 2014, participou do Corredor Cultural de Curitiba em 2015 e fez outras apresentações pela cidade.

Como era de se esperar de um grupo de Rock Experimental, a banda tem andado às margens do mercado fonográfico não só pelas composições, mas também por apresentações inusitadas e processos de gravação alternativos. Totalmente independente, o grupo está editando o seu primeiro EP, tendo como técnico de som e co-produtor um velho amigo, Michael Vedovelli, músico curitibano radicado em São Paulo.

O primeiro EP(gravado em uma caverna), será lançado também de maneira independente (a banda ainda não tem selo nem gravadora); prometem os suportes como CD, K7 e MP3.

(41) 991656937 / (41) 997802844 / (41) 984453200
Curitiba
2014
Atualmente
LAMBA-TE!
Paraná
Três sobreviventes dos holocaustos das circunstâncias que sempre tiveram um motivo que os unia, o melhor do seu rock ‘n roll!

A ideia da banda veio em meados de 2012 com os irmãos Derick e Rodrigo, encontrando no caminho o Magnuss que seria o terceiro componente, entre experimentos e várias produções de baixo custo, a banda acabou surgindo como banda e trabalho sério em 2015 com o inicio do projeto “Só o que sobrou”, seu primeiro trabalho independente de selo que deu inicio a nova fase aonde os membros fundadores assumem a responsabilidade em um grande esquema power trio.

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41 99529 0631
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Curitiba
2015
Atualmente
Naome Rita
Paraná
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Um duo legal ou não de Curitiba.

Na ativa desde 2013, hoje como um duo, Naome Rita é composta por Ivy Sumini ( gutarra/voz) e Sisie Soares (bateria/voz). Fazendo som próprio desde o primeiro momento, misturando grunge, punk e o que der vontade, nossa música é contra toda e qualquer forma de opressão, de intolerância.

(41) 99675-2033
ORGANOCLORADOS
Bahia
Um som híbrido, considerando as múltiplas vibrações sonoras que nos envolvem: barulhentos aviões pulverizadores, insanas metralhadoras, tambores do Caribe, silêncio breve de violetas, etc.
A Organoclorados se insere em justaposição de niilismo e rebeldia. Dá preferência a letras conceituais, evitando a superficialidade dos otimistas ou a decadência dos pessimistas. Uma proposta franca de não alinhamento.
Um som que poderia ser sentido num dia de chuva – chuva artificial, produzida num atomizador carregado de fensulfation clorado.

As primeiras músicas foram compostas em 1985, a partir da parceria entre dois amigos da Escola de Agronomia da UFBA (Cruz das Almas-BA), o que originou o nome da banda, referência a um tipo de agrotóxicos. Depois de algumas formações experimentais entre 1986 e 1989 (shows em Cruz das Almas, Esplanada, Aporá e Alagoinhas), o ponto de equilíbrio veio em 1990, com André G (contrabaixo), Artur W (guitarra, voz), Joir (bateria) e Roger (guitarra). Os ensaios ficaram cada vez mais consistentes e as apresentações em Alagoinhas e cidades da região tornaram-se mais frequentes, variando entre bares, casas noturnas, clubes, praças públicas, festivais e encontros de bandas.
Em 2001, a banda produziu o CD Princípio Ativo de forma independente, com treze faixas de própria autoria, composição e arranjo, que permitiu o acesso ao circuito de bares, casas noturnas, encontros de bandas e eventos em teatros e universidades de Salvador. A lista é bastante extensa. Em 2005, a banda produziu também por conta própria um show que foi realizado no Centro de Cultura de Alagoinhas e gravado em DVD, sendo lançado no início de 2006.
A Organoclorados produz um som denso e enérgico, sem deixar de ser melodioso, com arranjos que procuram fugir do lugar comum, combinando cadências dançantes com temas fortes das letras. O principal referencial é o rock pós-punk, flertando com o gótico e o psicodelismo, além de referências no blues e rhythm’blues. Nas letras, uma forma singular de expressar pensamentos, opiniões e sentimentos, que utiliza termos e paradigmas científicos para tratar de assuntos do cotidiano, relacionamentos e questões existenciais, sociais e ambientais.
Em 2006, acontecimentos trágicos na família de dois de seus integrantes interromperam as aparições em público, e a banda entrou em retiro espiritual, digerindo dor e sofrimento. Em 2012, retornaram aos ensaios e logo reapareceram na cena rocker de Alagoinhas, com destaque para os tributos a Legião Urbana (2013), Raul Seixas (2014) e The Doors (2015) e o Arena Ativa (2014). Em 2015, a banda começou a preparar músicas para novas gravações em estúdio. Em outras cidades, apresentações memoráveis no Villa’s Rock Fest (Lauro de Freitas-BA, 2015), na Coletânea Rock Recife-PE (2016), no II Rock Metal Fest, em Esplanada-BA (2016) e no “Quanto Vale o Show” no Dubliners Irish Pub (2016). A Organoclorados fez parte da grade de bandas do Soterorock 2016, evento inédito em Salvador-BA, com bandas autorais de destaque do rock baiano. Em dezembro de 2016, foi lançado o EP Organoclorados com faixas remasterizadas e uma inédita. Em 2017, destacam-se até agora as apresentações no It’s Not Pub em Catu-BA, nas edições do Sunday Rock em Alagoinhas e Catu-BA, no Let’s Go Pub em Alagoinhas-BA e os shows no Buk Porão: Festival InRock e 5ª edição do Poesia, Rock e Esmeril (junho). Enquanto finaliza as gravações para um novo CD em estúdio, a banda lançou simultaneamente seu primeiro single de 2017 em plataformas de distribuição digital, acompanhado de um clipe que também já circula na internet. Em julho, a Organoclorados estará presente no II Festival de Rock de Alagoinhas (FERA).

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Alagoinhas
1987
Atualmente
Roboto
Minas Gerais
Trio de Belo Horizonte, MG, com membros oriundos de diversas bandas criadas na efervescência das décadas de 1990 e 2000 e que decidiram juntar suas influências, do punk ao experimentalismo, com o objetivo de criar canções simples, porém sempre com muito a dizer.

Guitarra, baixo e bateria. Com esta fórmula definida, Bernardo, Breno e Rafael (oriundos de diversas bandas criadas na efervescência das décadas de 1990 e 2000, como Collen, Watermelons, La Sangria, Simple Life e Dee Dees) juntam suas influências, as quais atravessam do punk ao experimentalismo, com o objetivo de criar canções simples, porém sempre com muito a dizer.

Com letras inspiradas em suas experiências pessoais e com foco em extrair o que de melhor o minimalismo de um trio de rock pode oferecer, o grupo ROBOTO apresenta, a partir de uma marcação coesa, melodias que variam da leveza de um dedilhado à dissonância dos acordes post-punks e post-hardcores, não deixando de lado a energia do stoner rock. Sem se apegar a tais rótulos, o grupo trilha desde 2014 o caminho DIY característico da cena alternativa brasileira: criando, experimentando, tocando.

Com este espírito livre de amarras, o trio lançou em junho de 2016 o seu primeiro trabalho, de forma independente, intitulado EP 0001. O EP conta com 5 músicas, que oferecem uma boa amostra do caminho que a banda pretende seguir.

– Mas por que ROBOTO?
– ROBOTO vem do dialeto nadsat (adolescente) do livro Laranja Mecânica, que apresenta o verbo ROBOTAR, cujo significado é trabalhar. ROBOTO, portanto, seria o trabalhador. O nome do grupo tem origem na comparação do trabalho com uma atividade mecânica, robótica, que diz muito sobre como fomos criados, como geralmente se espera que sigamos nossas vidas. Seus integrantes vêm de ambientes em que o trabalho é incensado em detrimento, por exemplo, de atividades artísticas (não consideradas pelo grosso da sociedade como “trabalho” – exceto quando acompanhadas pelo espectro do “sucesso”), ou do ócio puro e simples. Mesmo quando a ação laboral formal é agradável, as atividades tornam-se de certa forma robóticas. Por isso, o termo ROBOTO representa muito a vida do trio e a forma como gasta seu tempo, provocando nele, paradoxalmente, a inquietude da mudança.

(31) 98464-3313
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Belo Horizonte
2014
Atualmente
Sete Sangria’s
Paraná
Banda brasileira, com um grande repertório de musicas autorais em português, fazendo um rock simplista, visceral, contagiante e autêntico.

Natural de Curitiba iniciou suas atividades em abril de 2012, atualmente tem em sua formação Sergião Rodrigues (vocais/guitarra/violão), Dinho Peruscello (guitarra), Bruno Baungart (contra-baixo), Kah Silveira (violão/backing vocals) e Fernando Toicinho (bateria). Tem um EP gravado e lançado em formato digital em 2014 pela distribuidora CD Baby o intitulado “Amores me enlouquecem” produzido nos estudios Aero Diesel e um single ao vivo gravado no projeto Studio Tenda da música Caravana.

Prioriza seu repertório autoral, muito bem aceito e pedido pelo público que acompanha o grupo, fazendo um som inspirado no rock nacional e internacional de varias épocas, com letras em português que abordam temas variados, contam estórias do cotidiano, sendo algumas até veridicas, dosando romantismo, bom humor, loucuras e poesia, por onde passam tem conseguido bons resultados, emocionando pessoas, fazendo-as acreditar e manter a esperança acesa nessa arte chamada rock n’ roll, com seu rock simplista, visceral, contagiante e autêntico.

41996792275
Sylverdale
Santa Catarina
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Ex-dupla, ex-trio, atual quarteto de Joinville/SC. Hesséx (Guitarra/Vocal), Juninho (Guitarra), André Venas (Bateria), Felipe Harger (Baixo) influenciado pelo rock dos anos 90 misturado com ideias e sons atuais.

Formada em 2003 e de la pra cá ja passou por varias formações, duo, trio e atual quarteto de Joinville SC. Hessex Oliveira na guitara e vocais, Pauo Cesar Nunes na guitara e vocais, Felipe Harger no Baixo e vocais e André Venas na Bateria. A voz quer rasgar as cordas vocais enquanto que o volume quer rasgar os alto falantes. Cru e visceral é a única forma como eles se apresentam. Há arestas, falhas e farpas. Há também vibração e emoção. São quatro que querem traduzir uma linguagem que não é daqui. Sem dicionário ou gramática. A estética é instável ao passo que a mudança é inevitável. A mensagem? “Do it yourself”, “Be your own hero”. Sylverdale

47992706637
Joinville
2003
Atualmente