Rock progressivo

Dall
Rio Grande do Sul
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Banda autoral de Porto Alegre (RS).
O conceito da Dall é a mistura de rock, reggae e funk a elementos experimentalistas e letras filosóficas. Tudo, entretanto, sem pomposidade, buscando a máxima sofisticação na simplicidade e alegria.

Mistura de rock, reggae e funk, associada a toques de experimentalismo e letras filosóficas. Esta seria a síntese da proposta da banda Dall, formada recentemente em Porto Alegre. Entretanto, diz-se na filosofia que atrás das aparências estão as essências.
Para mais além de uma mera mistura, está a intenção de buscar a unidade por trás da pluralidade da música, em toda a sua variedade de gêneros, ritmos e timbres. Assim, variações de tempo, de guitarras limpas e sujas e de baixos melódicos e agressivos, tudo na mesma faixa, fazem parte da estrutura das músicas da banda, que por sua vez procura dar sentido e unidade a isso tudo.
Nascida inicialmente de um projeto solo de Rodolfo Deon Dall’Agno, a Dall passou a constituir-se como banda a partir da entrada de Filipe Ghizi (baixo), Eduardo Coelho (bateria) e Rafael Martinenco (guitarra e teclado). A partir de então, a pluralidade não se restringiu apenas a proposta musical, mas também aos integrantes. E foi só assim que despertou.

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55 54 99974-6589
Porto Alegre
1970
Atualmente
Diarreia Mental
Santa Catarina
Banda de Joinville que mistura Noisecore, Metal Progressivo, Doom metal e Black metal fundada em 2014 e conta com 6 álbuns gravados e vários eps ao longo do tempo.

A banda é composta por:
Carlos-Vocal, Bateria, letras
Ze-Guitarra, Vocal
Gabriel Batista (Frango)-Teclado, Vocal
Leonardo (top lel)-Guitarra
Alexandre (xande)-Baixo

Fundada em 2014 por Carlos, no inicio era apenas uma banda solo que misturava noisecore com prog, fundou um movimento chamado Bostacore, que tinha como intenção fazer as piores músicas do mundo.
Conta com 6 álbuns atualmente:
(2014) Musica para favelados retardados pedreiros traficantes e viados pt 1
(2014) 666
(2014) Gato do Capeta
(2015) Mendigos São Maneiros
(2015) Live
(2015) Clube da Balalaika
(2016) RESSACA

47997808184
,
Joinville
2014
Atualmente
Dr Danasa
Santa Catarina
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Dr Danasa nasceu da idéia de criar um som visceral e divertido falando do cotidiano da vida do jovem brasileiro como política, drogas, hipocrisia e outros conflitos.

Numa alusão à agência espacial americana a Dr Danasa brinca com a idéia de sair de órbita e explorar novas experiências, tirando uma onda do sonho juvenil de ser astronauta. A banda é composta por músicos experientes em projetos cover e autoral, mas que na busca de um som que fizesse a cabeça da galera se inspirou na essência do rock popular brasileiro como Titãs e Raul Seixas que retratavam questões pertinentes a realidade do público. Com uma forte influência do Grunge e muita energia a banda encontrou a receita do estilo próprio que os integrantes sempre sonharam. Contamos com um estúdio próprio batizado Base Houston ainda satirizando com a agência espacial onde costuma receber ilustres visitantes do meio musical num ambiente de muita descontração e criatividade. As chamadas para os shows com montagens de desenhos animados da década de 70 já viraram outra marca registrada da banda, sempre com muito bom humor e irreverência. Lançamos no final de 2016 nosso primeiro EP, Dr Danasa – Decolando… que pode ser acessado nas principais plataformas digitais e já nos preparamos para a gravação do segundo EP para abril de 2017. Conheça Dr Danasa! #drdanasa

47 3455 1930
Joinville
2015
Atualmente
Esmectatons
Santa Catarina
Projeto DIY vanguardista liderado por L. Borgia Rossetti desde 1998. A vasta discografia explora repulsivamente todos os gêneros musicais e sons impossíveis de uma maneira nada saudável ao psicológico.

Projeto DIY “avant-garde” e zolo liderado por L. Borgia Rossetti, e iniciado em São Paulo como parte da Vanguarda Paulista, em 1998. Pouco tempo depois, estabeleceu suas raízes em Joinville, juntamente com Bruno Leal (ex-Zombie Cookbook, Cocô Azedo, Abbatoir/So;Ma e Praga) . Compartilhando interesses ecléticos e obsessão por tudo o que é incomum, a banda gravou curtas surrealistas e uma extensa discografia de experimentalismo extremo, incluindo suítes de 20 minutos absurdas a ponto de mudar abruptamente toda a estrutura sonora de 4 em 4 segundos ou menos. O catálogo contém peças de jazz, grindcore e metal extremo, powerelectronics/musique concretè, rock progressivo, e muito mais, variando de composições belas e complexas a jams puramente intuitivas (como no krautrock e nowave) e ruído.

In The Rosemary Dreams
Paraná
O trio curitibano IN THE ROSEMARY DREAMS, nasceu no verão de 2014 para fazer música autoral com letras subliminares misturando stoner, jazz, funk, blues com a pegada visceral do garage rock.

Visando desconstruir fórmulas óbvias, adotando andamentos pouco ortodoxos e continuas mudanças rítmicas e melódicas, a banda paranaense In The Rosemary dreams faz o ouvinte transitar entre os mais variados ambientes sonoros.

O grupo apresenta canções com levadas de Post Rock, Rock Progressivo, Soul, jazz ou tudo ao mesmo tempo, mas sem perder a pegada visceral do rock de garagem. E mesmo reunindo as mais variadas influências, não abre mão da autenticidade ao compor e o valor à atenção de quem ouve para oferecer experiências singulares.

A banda nasceu no verão de 2014, na região metropolitana de Curitiba, sendo formada por parceiros de longa data: o baterista Alexander Medina, o baixista Zarce Matos e o guitarrista/vocalista Anderson Lima, que já tocaram juntos entre 2005 e 2012.

Nesse pouco tempo de existência o trio levou o prêmio de melhor banda do V FESTIVAL DE MÚSICA DE PIRAQUARA em 2014, participou do Corredor Cultural de Curitiba em 2015 e fez outras apresentações pela cidade.

Como era de se esperar de um grupo de Rock Experimental, a banda tem andado às margens do mercado fonográfico não só pelas composições, mas também por apresentações inusitadas e processos de gravação alternativos. Totalmente independente, o grupo está editando o seu primeiro EP, tendo como técnico de som e co-produtor um velho amigo, Michael Vedovelli, músico curitibano radicado em São Paulo.

O primeiro EP(gravado em uma caverna), será lançado também de maneira independente (a banda ainda não tem selo nem gravadora); prometem os suportes como CD, K7 e MP3.

(41) 991656937 / (41) 997802844 / (41) 984453200
Curitiba
2014
Atualmente
LAMBA-TE!
Paraná
Três sobreviventes dos holocaustos das circunstâncias que sempre tiveram um motivo que os unia, o melhor do seu rock ‘n roll!

A ideia da banda veio em meados de 2012 com os irmãos Derick e Rodrigo, encontrando no caminho o Magnuss que seria o terceiro componente, entre experimentos e várias produções de baixo custo, a banda acabou surgindo como banda e trabalho sério em 2015 com o inicio do projeto “Só o que sobrou”, seu primeiro trabalho independente de selo que deu inicio a nova fase aonde os membros fundadores assumem a responsabilidade em um grande esquema power trio.

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41 99529 0631
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Curitiba
2015
Atualmente
ORGANOCLORADOS
Bahia
Um som híbrido, considerando as múltiplas vibrações sonoras que nos envolvem: barulhentos aviões pulverizadores, insanas metralhadoras, tambores do Caribe, silêncio breve de violetas, etc.
A Organoclorados se insere em justaposição de niilismo e rebeldia. Dá preferência a letras conceituais, evitando a superficialidade dos otimistas ou a decadência dos pessimistas. Uma proposta franca de não alinhamento.
Um som que poderia ser sentido num dia de chuva – chuva artificial, produzida num atomizador carregado de fensulfation clorado.

As primeiras músicas foram compostas em 1985, a partir da parceria entre dois amigos da Escola de Agronomia da UFBA (Cruz das Almas-BA), o que originou o nome da banda, referência a um tipo de agrotóxicos. Depois de algumas formações experimentais entre 1986 e 1989 (shows em Cruz das Almas, Esplanada, Aporá e Alagoinhas), o ponto de equilíbrio veio em 1990, com André G (contrabaixo), Artur W (guitarra, voz), Joir (bateria) e Roger (guitarra). Os ensaios ficaram cada vez mais consistentes e as apresentações em Alagoinhas e cidades da região tornaram-se mais frequentes, variando entre bares, casas noturnas, clubes, praças públicas, festivais e encontros de bandas.
Em 2001, a banda produziu o CD Princípio Ativo de forma independente, com treze faixas de própria autoria, composição e arranjo, que permitiu o acesso ao circuito de bares, casas noturnas, encontros de bandas e eventos em teatros e universidades de Salvador. A lista é bastante extensa. Em 2005, a banda produziu também por conta própria um show que foi realizado no Centro de Cultura de Alagoinhas e gravado em DVD, sendo lançado no início de 2006.
A Organoclorados produz um som denso e enérgico, sem deixar de ser melodioso, com arranjos que procuram fugir do lugar comum, combinando cadências dançantes com temas fortes das letras. O principal referencial é o rock pós-punk, flertando com o gótico e o psicodelismo, além de referências no blues e rhythm’blues. Nas letras, uma forma singular de expressar pensamentos, opiniões e sentimentos, que utiliza termos e paradigmas científicos para tratar de assuntos do cotidiano, relacionamentos e questões existenciais, sociais e ambientais.
Em 2006, acontecimentos trágicos na família de dois de seus integrantes interromperam as aparições em público, e a banda entrou em retiro espiritual, digerindo dor e sofrimento. Em 2012, retornaram aos ensaios e logo reapareceram na cena rocker de Alagoinhas, com destaque para os tributos a Legião Urbana (2013), Raul Seixas (2014) e The Doors (2015) e o Arena Ativa (2014). Em 2015, a banda começou a preparar músicas para novas gravações em estúdio. Em outras cidades, apresentações memoráveis no Villa’s Rock Fest (Lauro de Freitas-BA, 2015), na Coletânea Rock Recife-PE (2016), no II Rock Metal Fest, em Esplanada-BA (2016) e no “Quanto Vale o Show” no Dubliners Irish Pub (2016). A Organoclorados fez parte da grade de bandas do Soterorock 2016, evento inédito em Salvador-BA, com bandas autorais de destaque do rock baiano. Em dezembro de 2016, foi lançado o EP Organoclorados com faixas remasterizadas e uma inédita. Em 2017, destacam-se até agora as apresentações no It’s Not Pub em Catu-BA, nas edições do Sunday Rock em Alagoinhas e Catu-BA, no Let’s Go Pub em Alagoinhas-BA e os shows no Buk Porão: Festival InRock e 5ª edição do Poesia, Rock e Esmeril (junho). Enquanto finaliza as gravações para um novo CD em estúdio, a banda lançou simultaneamente seu primeiro single de 2017 em plataformas de distribuição digital, acompanhado de um clipe que também já circula na internet. Em julho, a Organoclorados estará presente no II Festival de Rock de Alagoinhas (FERA).

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Alagoinhas
1987
Atualmente
The Old Flames
Paraná
Banda de nacionalidade brasileira e argentina, a The Old Flames é composta pelos músicos: Tom Motta (voz e guitarra), Gabriel Semtchuk (teclado e backing vocals), Vinicius Czaplinski (baixo) e Nicholas Rugenski (bateria e percussão).

Banda de nacionalidade brasileira e argentina, a The Old Flames é composta pelos músicos: Tom Motta (voz e guitarra), Gabriel Semtchuk (teclado e backing vocals), Vinicius Czaplinski (baixo) e Nicholas Rugenski (bateria e percussão). A estréia do grupo foi na 34ª Oficina de Música de Curitiba – com o professor e músico prestigiado Mauricio Pereira – momento do qual já se pôde mostrar grandes ambições da banda, além do nascimento da idéia de ”música universal” – que é compartilhada pelos integrantes – onde o conceito sonoro não é se limitar a nenhum idioma, gêneros específicos ou influências, mas sim reunir tudo que há de harmonioso e bom sobre aquilo que esta arte pode oferecer. A banda se apresenta em bares locais, auditórios e festivais (às vezes adicionando mais elementos como o violino, backing vocals e percussões) e já se prepara para lançar seu primeiro EP ainda sem data definida.

(41) 99587-8287
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The Traces Revolution
Paraná
Psicodelia.

Banda de Curitiba, com um som explosivamente harmônico. nosso gênero em si permanece um mistério, mas que nossas músicas te levarão a outras dimensões, isso garantimos.

(41) 995113785