banda

Clínica Pensilvânia
São Paulo
Banda paulistana formada por 4 soteropolitanos e dois paulistanos, com um som próprio e cheio de groove, com músicas autorais e versões próprias de releituras da mpb e do pop rock.

A banda é formada por Angel no vocal, cantora e compositora paulistana, estudou canto na EMT e possui como maior característica o ecletismo, meio “bossa nova and rock n´roll”. No baixo, o baixista Adson Gaspar , soteropolitano, arretado e dono de um groove característico e inconfundível, já fez partes de grandes bandas do cenário baiano, atualmente também realiza trabalhos com Ordep Lemos. Luís Daltro, outro soteropolitano, é um artista multifacetário. Escritor, guitarrista, compositor , a arte e a música transpiram pelos seus poros. Na bateria, temos o nosso outro pedaço paulistano, Hariel Queiroz, talentoso, professor de bateria no bateras bests, faz com que cada nota da bateria seja sentida. A Bahia ainda nos regalou com dois ritmistas , Bainho e Bomb, ou pra nós, Jonas Brothers. Bahianos, ritmistas, irmãos e donos daquele bom e velho swing que só a Bahia nos proporciona.
Essa é a Banda Clínica Pensilvânia, onde não se salva um, e a música é a nossa única cura!!

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são paulo
2016
Atualmente
Dom Pescoço
São Paulo
Somos do mundo, da América do Sul, do Vale do Paraíba, somos de Sanja. Bebemos do rio Paraíba, navegamos piraquaras, circundamos culturas, desaguamos no mar.

Rock com cadências brasileiras, funkeadas, dançantes. Ritmos tropicais com psicodelia. Tropsicodelia! Desde 2014.

EI! VOCÊS TEM UMA BANDA DE QUÊ?
Uma pergunta cotidiana que, de modo involuntário, nos propôs um movimento estético

Somos do mundo, da América do Sul, do Vale do Paraíba, somos de Sanja. Bebemos do rio Paraíba, navegamos piraquaras, circundando culturas, desaguamos no mar e seguimos.

Na Dom Pescoço esta questão estética-rítmica sempre foi complicada de responder. Somos seres plurais e nada dicotômicos, temos múltiplas influências e sem obrigações de seguir permanentemente quaisquer linhas estéticas. Gostamos do funk carioca ao rock. Da cumbia ao pós-punk. Do samba ao maracatu. Da moda de viola à disco. Somos filhos da cultura tradicional piraquara caipira quanto do pop. No entanto, uma linha macro geral nos é constante: ritmos tropicais com psicodelia. Tropsicodelia! Isso é o quê? Uma ruptura nossa. Neologismo nosso. Mas não só! O que também permeia é: arte variada; crítica; lúdica; multifacetada; libertária. Uma linha a seguir? Zona plural ever em atividade mentais intensas! Nada é fechado. Tudo aberto. Ousar, reciclar, antropofagiar.

Sabemos que este exercício não é inédito por toda a história da arte e que nada é tão inovador que já não tenha sido feito. Afinal, “nem tropsicodélico é o novo rock’n’roll”. No entanto, esta proposta joseense e valeparaibana aqui é o de sempre experimentar, com nossas referências, de nosso jeito.

E por aqui demos este nome: Tropsicodelia.
Adentre.

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São José dos Campos
2014
Atualmente
REFÉNS DO RIFF
São Paulo
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Release Banda- Reféns do Riff;
Somos uma banda de Hard Rock, iniciamos nossas atividades em 2009, com covers de bandas como Legião Urbana, Charlie Brown Jr, Cazuza, O Rappa, Capital Inicial, ACDC, Guns, Metallica, Motorhead…etc. No ano de 2013 resolvemos trabalhar nosso som autoral e com letras em português, criando assim nossa identidade e buscando nosso espaço no cenário nacional
Eventos importantes que participamos;
Em 2015, ganhamos a final na Cidade de Itapevi nosso berço…dentre 17 bandas ficamos em primeiro lugar como banda de Rock.
Recentemente no Peneira Feeling, da 89 FM onde chegamos na final, conseguindo uma entrevista na Rádio e também através do som autoral fomos convidados para tocar no Hangar 110,( sonho antigo da banda)
Nos apresentamos no canal SHOW LIVRE, em 28/11/17 importante veículo de comunicação musical e entretenimento.
Lançamos nossa primeira EP que leva o nome “ Voando alto”
Em 17 de junho 2017…quatro musicas podem ser conferidas nas principais plataformas de streaming, são elas ( Voando Alto, Espelhos, Lugares Comuns e Babaca )
Atualmente estamos compondo e preparando melodias para um disco completo que deverá sair em 2018.
Membros
Matheus Pires ( guitarra solo, back vocal, criador do projeto e compositor)
Oséias Pires ( Baterista e compositor ) apelido “neguinho”
Elaine Pires ( guitarra base e back vocal )
Eduardo Rodrigues ( baixista e back vocal ) apelido “Edu”
Marcos Pires ( vocal, compositor) apelido “Marcão”

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Itapevi
2009
Atualmente
Roboto
Minas Gerais
Trio de Belo Horizonte, MG, com membros oriundos de diversas bandas criadas na efervescência das décadas de 1990 e 2000 e que decidiram juntar suas influências, do punk ao experimentalismo, com o objetivo de criar canções simples, porém sempre com muito a dizer.

Guitarra, baixo e bateria. Com esta fórmula definida, Bernardo, Breno e Rafael (oriundos de diversas bandas criadas na efervescência das décadas de 1990 e 2000, como Collen, Watermelons, La Sangria, Simple Life e Dee Dees) juntam suas influências, as quais atravessam do punk ao experimentalismo, com o objetivo de criar canções simples, porém sempre com muito a dizer.

Com letras inspiradas em suas experiências pessoais e com foco em extrair o que de melhor o minimalismo de um trio de rock pode oferecer, o grupo ROBOTO apresenta, a partir de uma marcação coesa, melodias que variam da leveza de um dedilhado à dissonância dos acordes post-punks e post-hardcores, não deixando de lado a energia do stoner rock. Sem se apegar a tais rótulos, o grupo trilha desde 2014 o caminho DIY característico da cena alternativa brasileira: criando, experimentando, tocando.

Com este espírito livre de amarras, o trio lançou em junho de 2016 o seu primeiro trabalho, de forma independente, intitulado EP 0001. O EP conta com 5 músicas, que oferecem uma boa amostra do caminho que a banda pretende seguir.

– Mas por que ROBOTO?
– ROBOTO vem do dialeto nadsat (adolescente) do livro Laranja Mecânica, que apresenta o verbo ROBOTAR, cujo significado é trabalhar. ROBOTO, portanto, seria o trabalhador. O nome do grupo tem origem na comparação do trabalho com uma atividade mecânica, robótica, que diz muito sobre como fomos criados, como geralmente se espera que sigamos nossas vidas. Seus integrantes vêm de ambientes em que o trabalho é incensado em detrimento, por exemplo, de atividades artísticas (não consideradas pelo grosso da sociedade como “trabalho” – exceto quando acompanhadas pelo espectro do “sucesso”), ou do ócio puro e simples. Mesmo quando a ação laboral formal é agradável, as atividades tornam-se de certa forma robóticas. Por isso, o termo ROBOTO representa muito a vida do trio e a forma como gasta seu tempo, provocando nele, paradoxalmente, a inquietude da mudança.

(31) 98464-3313
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Belo Horizonte
2014
Atualmente
The Old Flames
Paraná
Banda de nacionalidade brasileira e argentina, a The Old Flames é composta pelos músicos: Tom Motta (voz e guitarra), Gabriel Semtchuk (teclado e backing vocals), Vinicius Czaplinski (baixo) e Nicholas Rugenski (bateria e percussão).

Banda de nacionalidade brasileira e argentina, a The Old Flames é composta pelos músicos: Tom Motta (voz e guitarra), Gabriel Semtchuk (teclado e backing vocals), Vinicius Czaplinski (baixo) e Nicholas Rugenski (bateria e percussão). A estréia do grupo foi na 34ª Oficina de Música de Curitiba – com o professor e músico prestigiado Mauricio Pereira – momento do qual já se pôde mostrar grandes ambições da banda, além do nascimento da idéia de ”música universal” – que é compartilhada pelos integrantes – onde o conceito sonoro não é se limitar a nenhum idioma, gêneros específicos ou influências, mas sim reunir tudo que há de harmonioso e bom sobre aquilo que esta arte pode oferecer. A banda se apresenta em bares locais, auditórios e festivais (às vezes adicionando mais elementos como o violino, backing vocals e percussões) e já se prepara para lançar seu primeiro EP ainda sem data definida.

(41) 99587-8287
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