Entrevista com a banda Oficina do Diabo

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Quem são os membros e quais instrumentos cada um toca? A formação sempre foi essa?

 No momento a Oficina do Diabo é formada por quatro pessoas, Felipe Augusto nos vocais, João Reis no contrabaixo, Moisés Corradi na bateria e estamos a procura de um guitarrista já que o que estava conosco teve que se retirar por questões pessoais, estamos no momento fazendo testes com um e torcendo para que dê certo, como já dito a formação nem sempre foi essa, tivemos muitos problemas com contrabaixistas mas agora o João está indo muito bem, o baterista também mudou e agora o guitarrista, os dois últimos são membros fundadores junto com o Felipe Augusto que é o idealizador.

 Quando e onde a banda foi formada?

 A banda foi idealizada em 2012, a formação começou a ser feita em 2013 e começamos a trabalhar mesmo em 2014, já havia algum material pronto mas faltavam pessoas com a disposição necessária para encarar a ideia de forma séria, quando nosso antigo baterista (Lelinho) e guitarrista (Daniel Alves) apareceram foi aí que começou de fato tudo.

 

 

De onde veio o nome Oficina do Diabo?

Foi a forma que encontramos de expor da melhor maneira possível o objetivo da banda, letras extramente críticas e com foco na crítica social, a banda não tem temáticas de protesto como é comum ver no Rap e Hardcore, a intenção é ampliar o debate sobre temas de grande relevância e/ou esquecidos.

 Vocês tem um EP lançado certo? Como foi o processo de gravação dele?

Foi um processo um tanto corrido, aconteceu de nosso antigo baterista ter que sair da banda pois iria mudar de cidade e nós tínhamos que deixar a bateria gravada o quanto antes, então foi uma parte feita com muita pressa, no dia seguinte ele se mudou, continuamos então com as gravações que ainda duraram um tempo para a captação e então a pós, foi tudo feito com o nosso melhor esforço e saiu no melhor possível, mas obviamente pretendemos produzir novos materiais com qualidade maior e apresentar novas músicas para que o pessoal possa curtir.

 E quais os planos para o futuro da banda?

As coisas são feitas passo a passo, no momento estamos focados em fazer algumas músicas novas e então escolher quais serão as gravadas no próximo EP e singles, depois uns vídeos oficiais para jogar na Internet para o pessoal conhecer mais da banda e então começar um trabalho de consolidação na cena underground, primeiramente na mineira e depois na nacional.

Qual foi o melhor show de vocês?

É difícil falar qual foi o melhor pois em todos sempre tem pessoas prestando atenção e ouvindo e vendo o que você está fazendo, mas poderia citar três que foram muito proveitosos em todos os sentidos que foram o primeiro Som de Rua, nossa participação no Rock no Parque e nossa participação no Carnarock Santa Luzia que aconteceu no JK.

Quais as bandas que mais influenciam vocês?

Essa é a parte mais difícil pois a banda nesse sentido tem muitas referências, poderia dizer aqui que são nomes em vários estilos e segmentos, Rap, Hardcore, Thrash, Death, Grind, Samba, Reggae, Blues, Jazz e por aí vai, citar nomes é um tanto complicado, a banda em si tem como base o Rap e o Hardcore mas fica nítido que existem outras influências.

Você tem alguma história engraçada para nos contar?

Quando fomos tocar no Som de Rua que aconteceu no Santuário nosso antigo guitarrista foi com um casaco preto, o evento foi muito bom e teve muita gente presente e o pessoal da região, o público do bar é muito animado e dá muita moral para as bandas que tocam lá, quando subimos ao palco parece que o pessoal gostou demais e começou a agitar bastante, nosso guitarrista após nossa apresentação perguntou a uma das pessoas que foi conosco na noite aonde estava o casaco e ela respondeu que quando subiu ao palco em determinado momento ele tirou o casaco e jogou o mesmo na direção do público, isso foi feito na empolgação e ele sequer havia percebido e ninguém no palco viu isso acontecendo, acabou que ele perdeu o casaco e até hoje é só história.

 Onde podemos encontrar vocês?

 Além de nos encontrar pelas ruas de BH, pode nos chamar também no Facebook, no SoundCloud e pode também nos mandar um email (odiooficial@gmail.com), qualquer coisa é só chegar mais e vir trocar uma boa ideia que estamos aí para isso mesmo!

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