Entrevista com a banda Conflito

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Conte um pouco sobre vocês? Quem são os integrantes e qual instrumento cada um toca?
R: Conflito é uma banda que, diante da extensa quantidade de influências musicais de cada integrante, procura não se apegar em gêneros específicos dentro do rock. Porém, temos focado nossas composições dentro de um contexto de peso e densidade rítmica e melódica, mesclados com letras escritas em português que retratam dramas e questionamentos pessoais e sociais inerentes ao nosso cotidiano.

A Conflito é formada por Renan Tripode nos vocais, Adriano Padilha na guitarra, Guilherme Bonatti no baixo e Eduardo Silva na bateria.

A formação sempre foi essa?
R:Não. Porém, demos sorte de ter apenas uma mudança na formação. Começamos os primeiros ensaios com outro baixista e depois de 6 meses o Bonatti entrou pro time que está junto até hoje.

Quando e onde a banda foi formada?
R:A banda é de São Paulo, mais precisamente do bairro da Mooca. Os integrantes já tocaram juntos em outras bandas e projetos anteriores, mas a Conflito foi formada oficialmente no final do ano de 2013.

Vocês ja tem algum projeto lançado?
R:Sim. Em 2014, lançamos nosso primeiro EP, intitulado “Dois Mil e Catarse” com três músicas autorais. Em 2016, lançamos um single com nosso primeiro vídeo-clipe chamado “Ordem e Retrocesso”, que contou com a participação do vocalista Bruno Mattoso (Banda Sanatori#1) e produção de Jean Dollabela (Ego Kill Talent / ex-Sepultura).

Quais os planos para o futuro da banda?
R: No momento estamos finalizando a produção do nosso primeiro álbum, intitulado “Zona de Conforto”, que sairá ainda em 2017. Antes disso, estamos programando o lançamento de um dos singles deste disco, que virá acompanhado de um webclipe. Posteriomente, iremos concentrar nossas energias para montar a agenda de shows, que servirá para divulgar o material lançado.

Como está a agenda de shows?
R: Por hora estamos focados 100% no álbum, por isso estamos trabalhando em estúdio. Após o lançamentos vamos abrir a agenda!

Qual foi o melhor show de vocês?
R: Pergunta díficil. Cada show possui um significado diferente e a sensação de estar no palco é sempre incrível. Achamos difícil escolher um show em especial, mas podemos destacar que os mais memoráveis foram feitos na cidade de Itu-SP e na Feira de Artes da Pompéia (São Paulo Capital), onde tocamos para bastante pessoas de diferentes estilos e idades.

Vocês tem alguma história legal que gostariam de compartilhar?
R: Temos algumas histórias bizarras (hahaha). Por exemplo no dia que tocamos em Itu e nosso guitarrista fez a proeza de pisar no próprio cabo, que quebrou DENTRO do amplificador. Tivemos que parar o show por alguns minutos, porque ninguém conseguia tirar a peça de dentro e não havia um equipamento reserva, mas depois tudo voltou ao normal e o show rolou normalmente.

Teve outro show que fizemos que havia uma quantidade maior que o normal de adolescentes e com algumas bandas bem diferentes do habitual. Depois de um bom tempo tentando entender o que estava acontecendo, descobrimos que, no mesmo local, estava rolando um evento da capricho, e o nosso evento só rolaria depois. Após sermos expulsos do camarim para eles fazerem um Meet and Greet com as bandas novas, acabou com as bandas dos “velhos” esperando num canto até o evento jovem acabar.

Quais bandas independentes vocês gostariam de recomendar?
R: MUITAS. A gente tem uma boa relação com todas as bandas que conhecemos na cena underground de São Paulo. De prontidão, Podemos indicar Forte Norte, Versus 3, Sioux 66, Mattilha, QR1, Cia Tóxica, Burlesca, Maquinários, Nort Moskow (de Pato Branco-PR), Burlesca, Guerrilha, Disciples, Unblacker, Sanatori#1, Do Culto ao Coma e uma muitas outras. Sempre busquem bandas novas e novos coletivos, o que não falta é novidade no underground!

A banda pode ser encontrada na pagina do Facebook, canal do Youtube e no Spotify.

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